1964: O Brasil Entre Armas E Livros: Recentes críticas
1964: O Brasil Entre Armas E Livros
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Daniel Custódio
20 críticas
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4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2026
Confesso que, uma vez que esse documentário é tão acusado de negacionismo histórico, pensei o mesmo, errei. Apresentou com grandeza uma análise de que o golpe foi militar depois do governo de Castelo Branco e não na Revolução de 64 que, por meios inegavelmente ilegais, defendeu o país da articulação soviética e cubana. O meu maior medo era que a Brasil Paralelo negasse que houvesse qualquer violação por parte do regime, mas pelo contrário, a produtora foi equilibrada. No entanto não vejo que Olavo de Carvalho seja uma figura com grande credibilidade, mas seus comentários foram coerentes com a narrativa dos especialistas. spoiler: Outra crítica que tenho, é a omissão de críticas aos EUA no início do filme, em que é introduzido o assunto por meio da Guerra Fria.
A produção é excepcional, efeitos visuais, sonoros, qualidade impecável, além de pesquisadores consolidados no mundo acadêmico.
Gostei muito do documentário, principalmente por contar a época da ditadura militar com uma ótica diferente. Esse é a segunda obra que eu consumo do Brasil Paralelo e olha, estão de parabéns pela qualidade da produção. Apesar de eu ter achado o documentário um pouco enviesado e não neutro como deveria ser, ainda assim vale a pena assistir...
Senti vergonha alheia!!!! Um tempo desperdiçado duas horas de um video que beira a pobreza Franciscana!!! Lamentável. Tem um video bem melhor: "O DIA QUE VIROU 21 ANOS".
Um documentário sem base que não apresenta provas documentais, só depoimentos sem comprovação Negam historiadores e se baseiam em ideologia. Acho difícil alguém conseguir assistir todo o filme. Muito ruim ou péssimo filme. Perdi meu tempo .
Tem o terraplanista astrólogo Olavo de Carvalho, faz vistas grossas às torturas, assassinatos, corrupção e dívida externa de R$ 1,2 trilhão deixada pelos golpistas fardados, paus mandados da elite e de interesses dos EUA, usando o pretexto estapafúrdio de combater o comunismo. Quem chama os guerrilheiros de terroristas deve desconhecer o malfadado ataque ao Riocentro e a matança de indígenas à beira da Transamazônica. Palmas ao Cinemark por não exibir esse troço. Essa aberração cinematográfica equivale a alguma coisa que tente, por exemplo, renegar o Holocausto judeu ou que exalto algum Pinochet ou Stroessner da vida. Filme pra quem tem raiva de história e amor a fake news.
O filme, se analisarem bem, traz fontes baseadas em descobertas recentes. Enfim, não tentou ofender os movimentos de esquerda, apresentando exatamente o que os partidos comunistas brasileiros diziam nas suas pautas internas. E também, soube se posicionar em que ponto da historia desse periodo houve uma transformação de intervenção para ditadura real mesma. Quem quer estudar história precisa procurar um contraste. Acho que o filme cumpre muito bem o papel.
Puro lixo ideológico. Viés de direita disfarçada, uma vergonha historiográfica. Uma tentativa frustrada de reverter o que é verdadeiramente o nacionalismo.
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