Um filme feito com estilo na direção, divertido e muito bem escrito. Se perde um pouco com o excesso de situações absurdas e reviravoltas, mas compensa pelos excelentes diálogos e os personagens incríveis, parecem que foram todos tirados dos jogos da franquia GTA para ser desenvolvida a história deles.
Um surpreendente acerto da DC: entregar o que se espera de um filme de herói. Exceções como a trilogia Nolan e Logan acontecem, que casaram muito bem com o drama. Mas a união do super-herói com o humor é muito mais promissora. Em Shazam, a história leve e o humor são as peças chave para o filme funcionar, as piadas são realmente engraçadas, sem apelação e imbecilidade, fazem todo o tipo de espectador rir o filme todo.
Quando falamos ...
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Não há como negar, a produção desse filme é excelente. Esteticamente, Martin Scorsese estava inspirado. Sua habilidade atrás da câmera, somado a fotografia que tem momentos de completo fascínio, à direção de arte e figurino, luxuosos e fieis à época (exceto pela final), confere a The Age of Innocence uma obra prima visual, digna de todas as indicações a prêmios que recebeu.
No entanto, a história pouco me agradou. Foi difícil ...
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Longo. Verborrágico. Desconexo. Lindamente fotografado. Tecnicamente irreparável. Em um filme com tanta personalidade, ou você gosta, ou não gosta. Eu não gostei, mas é algo interessante de se ver.
Como compreender a histeria da população sobre dois criminosos terríveis, assassinos confessos? Porque a transgressão causa tanto hype, se ela é injusta? E os homens da lei, que arriscam suas vidas pela sociedade, porque seus atos valentes são esquecidos pelo povo? Enquanto a figura dos criminosos nas capas de revistas garantem sua grande tiragem e são imortalizados na cultura pop. Sob esta reflexão que o filme se desenvolve, pelo olhar ...
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O filme conta com uma produção primorosa, na direção de arte e na fotografia de Roger Deakins. A direção também é virtuosa em criar o suspense. Mas tamanho requinte técnico não justifica a tímida trama, que é previsível e tem pouco a dizer.
Em meio a cenas de violência gráfica, uma certa romantização do crime, a fotografia amarelada que enaltece as belas paisagens rurais e o preciso uso da música, Bonnie & Clyde surge com um senso de estética que ecoa até hoje nos filmes Neo-Western. Um grande legado para um dos melhores produtos de Hollywood.
Scorsese emprega o seu requinte em uma produção que passa todo o glamour de uma era, mas que conta uma história rasa, que não segura todo o tempo que demanda e se torna cansativo acompanhar. O número final é muito bom, serve como consolo...
Subproduto de um gênero que já não é conhecido por sua originalidade. Mas é um tanto divertido e fácil de digerir.
Minha lembrança de infância de Dumbo é ser um filme muito, muito triste, como só a Disney sabia fazer. Então estava preparado emocionalmente para ver um elefantinho fofo ser mal tratado por humanos ruins. Mas não é isso que acontece. Dumbo é um superstar em sua nova versão. E muitas outras mudanças são feitas, bem como uma expansão da história original.
É valida a tentativa de buscar novos significados nessa história, assim como ...
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Muito interessante a forma "enxadrista" que os conflitos políticos são apresentados. Me senti testemunha de uma das mais importantes articulações políticas da história dos Estados Unidos e acompanhar os movimentos do líder revolucionário contra os das autoridades governamentais faz com que a apreciação pelo caráter obstinado e inspirador de MKL seja maior.
Essa narrativa detalhada só foi possível pela excelente escolha do roteiro em ...
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Baronesa, com certeza, é uma experiência diferenciada. A câmera passiva faz você se sentir um espectador invisível das situações mais corriqueiras do dia a dia desses moradores da favela. É um convite para ver de perto os dramas e as alegrias dessas pessoas que parecem estar tão distante de nós, mas que na verdade, estão por aí, em todas as cidades do Brasil.
O retorno de Jordan Peele confirma que o sucesso de crítica e público de Get Out não foi sorte de principante e nem nada do tipo. O cineasta prova seu valor em seu segundo filme, com uma direção autêntica, um apuro técnico irretocável e um roteiro quase perfeitamente arquitetado.
Começando pelo roteiro, então, que pra mim é o maior destaque do filme. A mente criativa de Peele traz uma história que foge de obviedades e não tem nada ...
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Apaixonado por música que sou, acho incrível quando um diretor sabe usar ela a seu favor. Monique aqui acerta em cheio ao deixar que os números musicais construa o ambiente da boate, com as canções bregas e serestas. A fotografia ajuda a emergir nas apresentações, quase fez me sentir lá. Com um pouco mais de atenção nos detalhes dos elementos que compõem uma casa noturna, a vibe boêmia que o filme tenta passar poderia ser muito mais ...
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Apesar de algumas falhas narrativas e convenções desse estilo de filme que retrata a pobreza, é impossível não se emocionar e não deixar que a sensação de triunfo nos envolva.
Uma experiência delirante, por vezes mórbida, por vezes nonsense e sempre bizarro. Talvez você consiga extrair alguma coisa, em um dia que estiver muito inspirado e com certa paciência...
Filme muito vistoso, sendo a fotografia e a reconstrução de época (direção de arte) os aspectos mais impressionantes. Destaque também para as interpretações e a direção, claro, que nos oferece uma excelente cena de ação. O roteiro é eficiente em retratar e explorar a condição do personagem principal. Também permeia temas como perfeccionismo, empreendedorismo, aviação, Hollywood, corrupção... Essa vasta abordagem faz com que a ...
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O filme não é carente de boas ideias, mas para cada uma delas, existem 3 ideias ruins. O primeiro ato é bagunçado e absurdista, tenta surpreender quem assiste com situações extremamente trágicas, que acabam não sendo tão impactantes por não extrair dessas situações sentimentos e emoções reais. Em Manchester by the Sea, por exemplo, o peso da tragédia é sentido e acontece de forma natural.
No segundo ato tudo melhora em geral, é ...
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Sempre muito bom ver algo diferente. Aqui temos uma obra que o diretor não poupa em exibir sua virtuose imagética e cria takes incríveis de contemplação paisagística, fotografia com contraste de cores complementares, emulação de sonhos e viagens psicodélicas que simulam os efeitos de LSD. A música potente e distorcida ajuda a criar a viagem lisérgica usada para estabelecer um paralelo entre o efeito de drogas e o fanatismo ...
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Ri, chorei, me empolguei, cantei... Pequenas falhas de roteiro não devem ser mencionadas ao se falar deste belo e energético filme. Que atuação...
Não é comum no MCU, mas neste filme o que se sobressai é o roteiro, que apresenta bons diálogos, enaltece o poder da mulher sutilmente e reserva um twist imprevisível. Mas, para um filme que deveria ser inspirador, há pouca inspiração na direção que entrega as cenas de ação mais caídas do Universo Marvel e algumas obviedades típicas da franquia. Faltou também para Brie Larson entregar todo o brilhantismo que a personagem requer.
Um filme inevitável na carreira de Scorsese. Já abordou o tema máfia várias vezes, assim como em outras tantas declarou seu amor por NY. Aqui, ele vai além e busca no passado às raízes das gangues e nos brinda com uma direção apaixonada e cuidadosa. Não é perfeito, mas é muito bom.
Em seus melhores momentos, o filme é engraçado, criativo, empolgante com a dose certa de humor negro. Mas quando todas as boas ideias se acabam, eu sinto a ausência de uma trama consistente, fazendo com que ele se torne cansativo mesmo com pouco tempo de duração.
O filme estabelece um tom intrigante que mantém o espectador interessado até o fim. É bastante curioso, criativo e uma excelente premissa, que desperta vários questionamentos sobre moral, inteligência, opressão, violência, mas que não se aprofunda em nenhum desses aspectos, fazendo que o climax, que poderia ter sido chocante, não cause tanto impacto quanto deveria.
Não sei o que é pior, a história desconexa, sem propósito e sem desenvolvimento de personagem ou a direção que não goza de nenhuma gota de inspiração. O Grande Circo Místico não passa de uma lona velha e opaca.
Scorsese trabalha com primor o que pode acontecer em uma noite de uma cidade pulsante como Nova York: Apenas o Inesperado.
Apocalypse Now é um filme atemporal, que rompe as barreiras de gênero, usando como pano de fundo a inútil guerra do Vietnã para entrar profundamente na mente humana. Sua fotografia, edição de som e roteiro são referências para filmes de guerra até hoje e seus questionamentos ainda são discutidos. Uma obra prima do cinema.
Um Tim Burton satírico, anárquico e sem freios. Extrapola no absurdismo em nome da diversão. Funciona, mas é totalmente esquecível.
Cafarnaum é uma obra que reflete uma boa apuração e feeling. A diretora equilibra bem o caráter emocional do filme ao usar com harmonia e sutileza recursos como a música e cenas que escancaram a miséria da criança. Há tristeza, ódio, fome, desespero, superação e até mesmo o humor encontra seu espaço. Com a mesma habilidade ela cria o ambiente hostil que é a cidade onde acontece a história, percebemos a sujeira das ruas e sentimos ...
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Para ser sincero, esse filme nunca me empolgou e não é a toa que não figura entre os maiores de Scorsese, mas mesmo sendo um filme mediano dentro de seu trabalho, ainda é possível extrair de sua direção muita inspiração. A retratação dos devaneios, a troca de cenas durante diálogos, a sútil denuncia dos excessos da ânsia pela fama, o uso de cores, o habitual estilo, entre outras características somados com a atuação irretocável ...
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O diretor e roteirista do filme apostou no transgênero, saiu do terror slasher e se tornou uma soft ficção científica, subindo um degrau no humor e flertando com reflexões profundas.
Considero que foi uma decisão acertada, a sequência mantém o nível do primeiro, diverte mais e não nos dá a sensação de mesmice.
Considero que foi uma decisão acertada, a sequência mantém o nível do primeiro, diverte mais e não nos dá a sensação de mesmice.
É curioso como o nome do filme, se fosse a palavra em português "ida", representaria muito bem a sua história. Ida é uma jovem freira que acompanhamos a sua ida até a casa de sua tia, até os corpos dos seus falecidos pais e por fim, até seu encontro consigo mesmo.
As emoções, reações e consequências do que essa descoberta causa na vida da jovem são tão reais que é possível sentir, com a ajuda da incrível ambientação de época e ...
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Se você gosta de Taxi Driver, pode encontrar aquele gostinho de quero mais nesta obra. É inevitável comparar os dois filmes, pois ambos retratam uma nova York noturna e marginal pelos olhos de um protagonista que está perturbado com as mazelas à sua volta e acompanhamos o seu definhamento.
Mas para focar em Bringing out The dead, em termos de direção, Scorsese imprime seu estilo e sua técnica inconfundíveis e cria ambientes e atmosfera ...
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Em termos de roteiro, a história é profunda, realista, trágica, bela e emocionante. Todas essas sensações são muito bem transmitidas pelos diálogos e pelo voice over. Alguns personagens são caricatos demais e algumas ideias são abandonadas no decorrer da trama. Também senti falta de mais momentos intensos, como o da notícia da gravidez, que exigisse mais entrega dos atores.
Já na questão de direção, Jenkins surpreende de novo. Os ...
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Escapista até no nome, grande parte do filme é eficiente em divertir e sabe como criar tensão. Há bastante criatividade no conceito das salas e desafios, mas não se pode esperar muito além disso. Há algumas escolhas, como o spoiler inicial, que são incompreensíveis, o desenvolvimento dos personagens é limitado e eu não comprei totalmente o plot twist da garota. Apesar disso, o diretor consegue encontrar espaço para exibir bons ...
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A história precisava de um clima mais tenso para funcionar. O diretor poderia ter usado a fotografia, a montagem e a música para criar uma atmosfera de Thriller que nos deixasse apreensivo, mas parece que foi tudo feito às pressas e claramente não se deu nenhuma atenção aos detalhes. As cenas de morte tentam ser inventivas, mas falta peso e energia. O roteiro também é bem preguiçoso, está cheio de momentos constrangedores e conveniências.