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O nível de empolgação quando a ideia do roteiro é expressada é o mesmo da decepção na execução dessa ideia.
A icônica e magistral cena de ação de abertura é apenas o prelúdio de tudo o que há por vir: sofrimento, tristeza, reflexão, humor, emoção, realismo, redenção... tudo embalado em uma meticulosa direção em que tudo funciona perfeitamente. Daquelas obras atemporais.
Admirável trabalho de direção. Os enquadramentos quadrinhescos dão um aspecto diferenciado para o filme, bem como o ritmo é bem trabalhado. A narração, também com uma característica de quadrinho, pode não ter sido a melhor escolha, sendo um pouco confusa no começo, porém fácil.de acostumar
A ideia de emergir no universo adolescente é interessante e a diretora faz isso de maneira competente, arrancando boas interpretações de atores e atrizes inexperientes. Quanto ao roteiro, toca em diversos assuntos importantes e espinhosos, mas a sensação que fica é de não se aprofundar em nenhum deles.
Os efeitos especiais, na época responsáveis pela popularização do filme, são datados e até dá um tom trash. Porém as cenas de ação são boas e o roteiro é consistente.
Cumpre o que se propõe: diversão. De mim, conseguiu arrancar algumas risadas. Bom filme de ação, mas nada de novo sob o sol.
Muito foi elogiada a atuação de Murilo Benício, porém não sei se foi tão incrível assim. Pois tudo está lá: a tensão, o bom uso da música, o bom roteiro... faltou um pouco mais de subversão... e isso se deve ao texto, porém em grande parte à atuação. A insanidade é mais intimidante nos gestos, olhares, relances do que em lamber e trepar num banho de sangue.
Se por um lado a cocaína te deixa "ligadão", o filme do Pablo Escobar quase te põe pra dormir. Faltou um peso dramático à história, que foi excessivamente narrada por uma Penelope Cruz morna que soa como um blá blá blá sem conteúdo nenhum. Os momentos de empolgação são escassos e a direção é insossa.
O tema enriquecimento ilícito e o estilo de direção, me lembrou Wolf of Wall Street, porém com roteiro e direção inferiores. Os pontos positivos são o ritmo, as cenas aéreas e a fotografia, enquanto o que desqualifica é a falta de um tom dramático e o desenvolvimento de personagens.
Algumas boas ideias de pós apocalipse que são mal aproveitadas em um filme que muda o tom da narrativa se tornando diferente demais de seus antecessores, com personagens cômicos e infantis, ao invés de selvagens. Os sedentos da ação de mad Max vão encontrar pouco desse material aqui.
Um roteiro poderoso, complexo, reflexivo e não convencional roteiro que é muito bem dirigido e atuado.
A principal virtude aqui é desenvolver as camadas e naturalidade nos personagens e estabelecer um veículo com todos os arcos em apenas 1h40 que se passam toda em um baile.
Há tanta coisa ruim a se dizer desse filme, que falar mais do que isso já se torna uma perda de tempo.
Tem alguns furos de roteiro, mas a falha é engolida pelo espetáculo visual e sonoro que faz desse filme uma eterna referência para o cinema de ação.
Com uma produção e direção não mais que operante, o panorama do negro em ambiente "branco" é bem estabelecido e os embates são reais. Só faltou mesmo um senso de conclusão.
Não é somente pelas passagens do 1° ato em que o personagem Paco comenta sobre o rádio, ou pela agradável atmosfera nostálgica, que esse filme me lembrou muito "Radio Days" de Woody Allen. Mas também por ser uma glamourosa produção, meticulosamente dirigida e com uma bela trilha sonora para um roteiro não tão incrível assim...
O tema do roteiro é interessante e é até bem desenvolvido, mas as cenas dos atores gregos, apesar de hilárias, são muito escrachadas e destoam demais do restante do filme.
Quem poderia dizer que esse filme amador, no futuro, evoluiria para o primor de 2015. Enquanto o Fury Road emplacou 6 Oscar técnicos, este filme contém erros grotescos de mixagem de som, péssimo uso das músicas, personagens bestializados, um primeiro ato confuso, exageros de roteiro... No final do segundo ato a história finalmente engrena e temos boas sequências de ação, apesar de alongar demais a conclusão do conflito numa brincadeira ...
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Muito bem dirigido, com um roteiro tão necessário quanto bem escrito. Pena que o excesso de mensagens esquerda-cool-blase-prafrentex são bregas, tira um pouco do realismo do filme e torna esses momentos joviais demais para um assunto sério.
Um final digno para a trilogia. Divertido, bem escrito, bem filmado, bem atuado e cheio de novas boas ideias.
A menina que beija drogas atacou o diretor e o escritor desse filme. O filme mais esculhambado da Netflix, so far. Não é atoa que fica bem escondido no catálogo.
Entre belas vistas de um céu vermelho estonteante e a imensidão do mar, sentimos o sofrimento e a agonia dos sobreviventes na pele. Com uma montagem digna de Oscar - sim, caímos que nem patinho no plot Twist devido ao excelente trabalho de edição - temos duas narrativas que se entrelaçam para nos deixar curioso e interessado, afinal, a cena inicial do filme supostamente deveria estar no fim do segundo ato.
Também admirável o trabalho de ...
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Mais divertido que o seu antecessor, porém menos lógico e emocionante. Aqui o uso da viagem do tempo é melhor trabalhado e os exageros são mais acentuados, tornando um filme um excelente entretenimento mas não muito mais que isso.
Cinema cru, muito realista e impactante. Sentimos na pele o amadurecimento forçado e gradual do garoto, que não percebe o que está perdendo em seus poucos 14 anos. Algumas situações são repetitivas, como se o filme quisesse se certificar de que o público compreende o coming of age. No entanto, tudo é trabalho da maneira menos manipuladora possível, exatamente para passar esse sentimento de realidade.
A prova de que um roteiro para o público jovem, cheio de galhofas e facilitações pode ser bem escrito. O filme vai apresentando diversos elementos que ao longo da história serão muito bem utilizados. Tudo se encaixa e você sabe diverte, emociona e fica tenso em uns breves momentos. Há alguns poucos exageros desnecessários.
Um arraso de produção, fotografia e música para um roteiro tão fraquinho e desinteressante . Levemente engraçado.
Gostei da direção. Bons movimentos de câmera, bons enquadramentos, excelente uso das cores, trilha sonora com personalidade... Somente o roteiro apresenta algumas falhas, sendo em desenvolvimento das relações dos personagens ou conclusão de conflitos.
Em seus melhores momentos, o roteiro consegue propôr uma reflexão sobre relacionamentos e ironizar o machismo. Mas na maior parte do tempo é uma história rasa, com personagens pouco desenvolvidos, cheio de cafonices e exageros, tudo sob uma direção sem inspiração.
Um roteiro pífio que foi salvo pela direção. Filme muito divertido, que é muito bem ritmado, boas cenas de ações, cria tensão, suspense, também assusta e empolga. Alto valor de entretenimento.
Filme violento e sádico, que traz um passado relativamente justificável para contar como se iniciou a psicopatia de Hannibal Lecter. Talvez alguns exageros na vilanização dos personagens tirem um pouco do terror e angústia do espectador, mas fora isso, temos uma digna prequela de uma das séries mais aclamadas do cinema, com destaque à fotografia e trilha sonora, que constroem um verdadeiro climão.
Como constatação histórica, temos obras muito mais completas sobre esse episódio, não trazendo nada de novo. O papel do cinema seria emular os sentimentos e as sensações de Donald Crowhurst durante seu período em alto mar, mas o roteiro e direção falham feio nesse aspecto. Em nenhum momento sentimos o peso da solidão e da loucura, como por exemplo em O Náufrago. Igualmente o mistério da sua morte não é explorado, deixando claro que ...
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Um texto divertido e afiado, nada mais que isso. A gente sempre espera mais de Woody Allen, mas como entretenimento funciona muito bem.
Uma loucura gradual e degradante, que traz a reflexão sobre nosso papel na sociedade. Brilhantemente dirigido e escrito, cheio de cenas memoráveis com muita técnica e estilo. Uma aula de cinema simples e contundente.
Humor sútil, texto refinado, direção estilosa, atuações memoráveis, trilha sonora poderosa... talvez um pouquinho mais esticado do que deveria, mas mesmo assim, vale a pena cada segundo...
O formato documentário dos minutos iniciais torna o filme realista e imersivo, sendo um ótimo recurso para situar o espectador nos horrores da violência. A transição de documentário para drama é feita de maneira sutil, mas sem evitar que fique difícil perceber o foco narrativo. A estrutura dos acontecimentos parecem estar fora do convencional, pois inicia com os momentos de tensão e finaliza com cenas sem impacto. Apesar de tudo, é um ...
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É impossível não se divertir com os clássicos do ABBA, e até tem uma ou outra boa ideia de direção, mas o roteiro simplório e a falta de energia e brilho das cenas musicais impedem de ser um grande filme.