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Grotesco, divertido, bizarro, criativo, farofeiro... você pode amar ou odiar, depende do seu humor no dia que for assistir.
Sem dúvidas, os maiores atributos desse filme são a direção e as atuações. McQueen tem lapsos de genialidade em seus planos e movimentos criativos de câmera, que nos encanta em algumas cenas e surpreende em outras. O elenco (principalmente Viola Davis, Daniel Kaluuya e Cynthia) é excepcional, percebe-se o talento e a entrega.
O roteiro também é muito bom, desenvolve muito bem os personagens e tem escolhas de revelação de fatos que ...
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Este filme contém duas características clássicas de Spielberg: a perfeição técnica e a pieguisse sem fim. Do restante, temos uma boa história (aliás, duas) que se segura bem em 2h10 de apenas diálogo.
Gosto do roteiro que faz crítica dura ao casamento e à religião, sem soar forçado, apenas demonstrando isso em ações cotidianas. Três casais isolados em uma casa é o cenário perfeito para Woody Allen desfrutar de seu maior interesse: o adultério.
Eu confesso que gostaria de ter continuado a ver para onde iria a história, mesmo depois de 2h25 de filme. Por isso, não gostei do corte final. Mas o restante do filme é perfeito. Roteiro incrível, uma história coesa com dilemas morais e diálogos que questionam o nosso julgamento. Direção também exemplar, muito eficiente em causar tensão e me deixou ansioso o filme todo. Fotografia, atuações, trilha sonora... tudo de alto nível.
Uma série de curtas... uns são bem bons, outros massantes. Não é meu tipo de narrativa favorita, mas a performance dos irmãos diretores nunca decepciona e novamente entregam um show de estilo e personalidade.
O filme é tecnicamente bem feito e visualmente incrível como sempre e os elogios param por ai. O denso roteiro quer nos contar muitos acontecimentos.e decide fazer isso da pior forma: fazendo os personagens falar. Então temos uma narrativa que, além de ser cansativa, muitas vezes perde o seu foco. Quem é fã dos livros de Harry Potter entende que é preciso contextualizar o grande clímax que será o duelo Dumbledore x Grindelwald e também ...
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Tecnicamente bem feito e de boas intenções, falha no texto com a história fraca, sem peso dramático, caracterizações bizarras e frases de efeito bregas.
Adorei o contexto e a situação criada no cenário improvável. Muito competente na hora de criar tensão e a violência está na medida certa, sem apelar para o gore. Tecnicamente falando, o autor comete umas besteiras amadoras, tanto na direção, quanto no roteiro, mas sem comprometer a história.
Vale muito mais pelas firulas visuais do diretor do que pela história em si, que vamos combinar, não tem absolutamente nada a dizer ou mostrar.
Chazelle é talento puro. Teria sido muito fácil encher a tela de pirotecnia visual para nos mostrar o espaço em toda sua infinita beleza, chegar na lua e esperar a usa flag... mas ele decidi nos colocar dentro dos testes, simulações e das naves, nos faz sentir na pele o sofrimento de decolar. Nos mostra como é exigido muito do astronauta para superar a barreira da dor, do calor, dos limites da mente e do corpo humano. E por fora, consegue ...
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Uma grande direção, um bom roteiro e mais de uma incrível atuação, faz desse Thriller pouco falado de Scorsese, um dos melhores do cinema, por sua tensão e tenebrosidade. Só falha no exagero dos "poderes" do vilão, dando várias soluções simples, mas fora da realidade, para o sucesso dos seus planos.
O formato que se aproxima de um documentário funciona muito bem por poder explorar profundamente o tema muito interessante, no entanto, faz carecer de mais momentos emocionantes, como a explosão do personagem de Ruffalo. Fora isso, é perfeito.
Se comparar o desenvolvimento do filme com o túnel dos crooks, diria que é exatamente igual. Começa bem, parece que está dando certo, mas acaba na loja de ferragens.
Algumas boas cenas de ação não salva o filme do roteiro raso e dos personagens sem desenvolvimento (principalmente o protagonista). Apesar disso, as já citadas cenas de ação e a tevelação final entretém.
Tem seus momentos engraçados, mas aqui o diretor não acerta o tom entre fantasia, melodrama e comedia e não é o mais inspirado de seus roteiros.
Grande atuação de Jim Carrey, muito superior a outros aspectos do filme, como o roteiro que inicia bem, mas se perde no desenrolar e fica apressado demais no ato final.
Após um primeiro ato instigante, enérgico e impactante, a narrativa tem uma queda abrupta desse vigor durante as investigações, o que torna o filme um pouco murcho no seu desenrolar, porém quando o cartunista começa a investigar o caso, voltamos a ficar vidrados no que está acontecendo em tela, criando atmosfera, tensão e mistério. Ponto positivo para as atuações centrais, a direção e fotografia.
O apuro visual técnico e a trilha sonora são os destaques do filme, enquanto o roteiro, que apesar de acertar na comédia com uma ironia fina e provocações, peca no drama, não tendo desenvolvimento e identificação com os personagens.
Uma atuação impressionante, uma direção autêntica, um roteiro consistente e um final perfeito. Nada mais que uma obra prima.
Fiquei vislumbrado com a direção. Soube criar atmosfera, tem ótimas referências, mistério, tensão. Fotografia, iluminação e enquadramentos igualmente incríveis. Feliz por se tratar de um filme nacional. Infelizmente, há várias inconscistencias no roteiro, como algumas situações bem forçadas e convenientes. Não vou comentar do CGI pois ter esse recurso em filme nacional já é difícil, esperar que seja de qualidade Hollywoodiana é ...
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Como a expectativa era alta, não posso deixar de dizer que foi uma decepção. Apesar de ser muito engraçado e cumprir com a função de entretenimento, Deadpool 2 não é uma continuação à altura de seu antecessor. Faltou criatividade e ousadia nas cenas de ação, assim como subversão e intensidade no roteiro. Fica a sensação de que o filme foi uma grande precipitação.
O material fonte é excelente e o elenco é muito bom. Pena que a direção de Meirelles não foi tão inspirada quanto Cidade de Deus e o roteiro poderia ter sido melhor adaptado. Não acrescenta nada para a obra original mas também não compromete.
Tem seus momentos de diversão e entretenimento, mas em geral, não passa de uma ação pífia, com humor de muito mau gosto e um roteiro muito apressado. Pelo menos é consciente de sua farofada e abraça a galhofa.
Se a beleza americana é uma flor bonita, porém sem cheiro e espinhos, o filme beleza americana é uma real e bela rosa. Pois além da bela fotografia e grandes atuações, temos um espetacular roteiro que aborda o conceito de superficialidade de maneira cru, realista e profunda, tornando impossível não se identificar com pelo menos algumas das facetas dos personagens e refletir em sua vida tudo aquilo que acabou de ver.
A maior virtude deste filme é o roteiro, que nos apresenta a história sem nos revelar os fatos primordiais, ficando para nós o dever de decifrar, até que se revele, quem fala a verdade e quem tem a razão. Esse artifício mostra muito sobre nossa construção social em relação ao machismo. Os personagens são complexos e bem desenvolvidos, destaque para as grandes atuações. O ritmo do filme pode ser considerado lento, mas é ...
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Por vezes reflexivo, por vezes engraçado, não há um momento chave para o filme. Sem uma narrativa convencional, mais parece uma série de esquetes com os textos inflamados de um artista europeu, que como sempre, adora ditar o papel da arte sobre a cultura, política e economia. Não é uma catástrofe pois conta com 13 incríveis atuações de Blanchett.
Se existisse o conceito de "video album", este seria um grande exemplar do formato. Pois, além das belas animações e composições visuais, o que resta não é cinema. Não há dramaturgia, não há narrativa, desenvolvimento de personagem. Parece mesmo um extenso videoclipe.
Salvo alguns momentos engraçados, é uma comédia e um drama sem muita inspiração. Ponto baixo na filmografia de Woody Allen.
Fotografia, trilha sonora, movimento de câmera, planos detalhe, voiceover... tudo perfeitamente orquestrado para simular um verdadeiro espiral de loucura.
O capítulo final da saga é superior ao seu antecessor, porém repete as mesmas falhas de narrativa dele. Não é o fim que poderia ter tido e também não é tão ruim quanto poderia ter sido.
Se assistido pela primeira vez 15 anos depois de seu lançamento, os efeitos especiais não surpreendem, razão pela qual esse filme parece ter sido feito, visto que o que resta é uma história que de especial não tem nada.
Se você gosta de interpretar roteiros e atribuir significados, este filme é uma experiência de 3 horas em que você irá se deliciar tentando desvendar suas imagens. Não espere cronologia, sentido, linearidade, revelações. Particularmente, não entendi bulhufas, minha avaliação se dá pela capacidade do diretor em criar tensão e, através do som e imagem, reconstruir sonhos, pesadelos e alucinações. Quem sabe em uma próxima eu possa ...
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Mais do que eficiente em reproduzir com detalhes a tragédia e falha ao não estabelecer o tom dramático que as relações familiares do primeiro ato sugeriam e não desenvolve uma outra relação de amizade, necessária para que o clímax emocionasse o que pretendia.
Interessante o modo em que o roteiro segura as informações e vai, calmamente, revelando elas para o espectador, quase que desafiando o nosso instinto de dedução e lógica. A fotografia é muito bem utilizada para expressar a energia dos personagens e da comunidade, seja em momentos de tristeza ou alegria. As atuações também são se destacam. Mesmo elogiando o roteiro, é culpa dele o motivo de o filme não ter sido melhor. O texto, apesar ...
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Filme sem inspiração. O visual dos zumbis são simples e nunca representam uma real ameaça. Algumas tentativas de inserir novos elementos nesse sub-genero, mas que não tem impacto nenhum nesse roteiro mal escrito.