Atlas
Média
3,7
384 notas

224 Críticas do usuário

5
151 críticas
4
42 críticas
3
13 críticas
2
8 críticas
1
7 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marcos
Marcos

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de janeiro de 2026
Esqueça as críticas porque eu antes de assistir me decepcionei acreditando nos comentários e achando que o filme seria uma bosta. Me prendeu do começo ao fim que filme MARAVILHOSO. Nota 10 de 10. Assistiria outras vezes. Atuação fantástica de JL e efeitos especiais que não decepcionam. . Avaliei como ruim por irônia de quem foi mais irônico ainda de dizer que esse filme não é bom. 5 ESTRELAS
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 483 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de março de 2025
Sinopse:
Uma brilhante analista em contraterrorismo não confia em inteligência artificial, mas precisa usá-la quando a missão para capturar um robô rebelde dá errado.

Crítica:
"Atlas" claramente decepciona, apesar de seu potencial promissor. O filme traz uma premissa interessante, com Jennifer Lopez interpretando uma analista de contraterrorismo que deve confiar na inteligência artificial, mas rapidamente se perde em seus próprios clichês. O roteiro, escrito por Leo Sardarian e Aron Eli Coleite, parece superficial e previsível, fazendo com que os diálogos soem forçados e artificiais, em vez de provocar reflexão ou tensão.

Simu Liu e Sterling K. Brown, que poderiam agregar camadas dramáticas aos seus papéis, não conseguem resgatar a trama de seus desvios sem sentido. A dinâmica entre os personagens não se desenvolve de maneira convincente, resultando em atuações que parecem mais como caricaturas do que como figuras tridimensionais.

Além disso, a condução da narrativa é desequilibrada, levando o público a uma sequência de eventos desconexos que não se conectam de maneira satisfatória. As cenas de ação, que poderiam servir para elevar a adrenalina, falham em gerar empolgação, enquanto a construção de tensão é apressada e mal executada, fazendo com que a experiência se torne entediante.

"Atlas" também é prejudicado pela sua dependência em clichés de ficção científica. A ideia de um robô rebelde e a hesitação da protagonista em confiar na tecnologia são temas explorados em muitos filmes anteriores, mas aqui se tornam previsíveis e sem originalidade.

No geral, este filme se entrega a um espetáculo que carece de profundidade, inteligência e inovação. O resultado final é um produto que, definitivamente, não cumpre as expectativas, deixando o espectador desiludido. "Atlas" não apenas falha em suas ambições de suspense e ficção científica, como também serve como um lembrete de que, às vezes, a inteligência que se afirma ser inovadora é, na verdade, apenas uma fachada para uma narrativa arrastada e vazia.
Sandro Gomes
Sandro Gomes

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de janeiro de 2025
Atlas mais um filme da lacrolandia, onde coloca a mulher como a mais inteligente, a mais forte, a mais tudo. Inferiorizando o homem em posições medianas e fracos. Até gênero "ela/dela" tem no filme. Jennifer Lopes passa o tempo todo na cápsula do robô gemendo ou gritando. Enquanto tudo se acaba em bomba ela discute com robô sobre sentimento, quase uma sessão de terapia familiar. Ruim e uma nota boa p esse filme.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2025
[05/01/2025 Torrent]

E não é que eu gostei do filme.
Gostei da história que foi contada e de como o roteiro levou a construção do personagem em sua jornada do herói.
Longe de ser um filme perfeito mais agradou.
Gostei da J.Lo como atris principal. Fazia muito tempo que eu não assistia a um filme com ela...
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.005 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2025
Produção de alto orçamento, mas roteiro clichê e previsível.
Em um futuro próximo, uma analista de contraterrorismo desconfia de inteligências artificiais. Após uma missão fracassada para capturar um robô desonesto, ela percebe que a IA pode ser sua única esperança.
Apesar de um elenco talentoso liderado por Jennifer Lopez, o filme recebeu está muito aquém das expectativas, uma trama previsível e falta de originalidade. No entanto, alcançou sucesso comercial, liderando as listas da Netflix em diversos países.
administrador super
administrador super

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de outubro de 2024
Achei que só eu havia chorado nesse final, filme TOOOOOOOOP, cé é loco. E falo mais, cabe um filme 2 viu, tem lacunas a ser preenchida.
José Diniz
José Diniz

24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de outubro de 2024
Alguns filmes da ficção científica, já exploraram o perigo da inteligência artificial criar vontade própria e ameaçar a humanidade. É o que acontece nessa produção da Netflix com o robô Harlan (Simu Liu). A renomada cientista Atlas (Jennifer Lopez), tem a missão de combater o robô terrorista, uma versão de Sarah Connor do filme Exterminador do Futuro. Atlas possue uma conexão com Smith, uma máquina de guerra com "sentimentos" para acabar com a ameaça.
Rafael França Leite
Rafael França Leite

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de setembro de 2024
Eu acho que ninguém da Netflix assistiu esse filme antes de ser lançado. Chega a ser ridículo. E mais agravado pela atuação de J.L. Ridícula. O filme parece um catado de atores ruins que se reuniram para gravar em cima de uma história péssima e um roteiro pior.
JessicaH.
JessicaH.

2 seguidores 80 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de julho de 2024
Não estava esperando nada por esse filme mas confesso que ele me surpreendeu.
No quesito enredo, é óbvio que o clichê de máquinas criando autoconsciência e se voltando contra a humanidade alegando estar protegendo o mundo de ser destruído, bem como proteger a humanidade de si mesma, já é algo bem batido quando já vimos isso em "O Exterminador do Futuro" e "Eu, robô".

Porém, a questão é que o filme trouxe outros elementos que ainda assim o tornaram interessante, a começar pela forma como foi trabalhada a interação entre um humano e a IA (Smith), que foi muito bem feita a ponto de se tornar cativante e até identificável com o público, uma vez que spoiler: Atlas tem mágoas pelo pai tê-la abandonado e também por não gostar, nem confiar nas pessoas porque elas já a magoaram muito. Pergunta: quem nunca teve de lidar com um ou outro problema como esses? É possível identificar no Smith a figura paterna que a Atlas se queixou de ter perdido contato. Smith é paciente, se mostra compreensivo e interessado nos sentimentos da Atlas. Ele consegue cativá-la muito bem a ponto de conseguir sua confiança e fazê-la superar o medo de ter que confiar em uma IA novamente.


Posso dizer que o filme conseguiu prender minha atenção muito mais por essa conexão entre a Atlas e o Smith do que pelas cenas de ação. Cheguei a dar boas risadas dos diálogos com pitadas de xingamentos de ambas as partes.

No quesito produção e CGI, não tenho críticas a fazer. Foi bem feito e as cenas de luta foram convincentes, bem como a ambientação do planeta de outra galáxia.

Só não dou nota máxima porque spoiler: apesar de a Atlas ter dito que ainda tem fé que a humanidade possa se recuperar, ela não parecia estar fazendo progresso na interação com os humanos quando voltou a Terra. A Atlas ainda me pareceu muito mais entusiasmada para voltar a interagir com o novo Smith do que com as pessoas e acho que isso foi "bola fora", pois apesar de terem feito um bom trabalho ao "humanizar" ao máximo o Smith para que essa conexão entre eles pudesse ser tão envolvente,
sabemos na realidade que esse tipo de relação profunda não é possível de acontecer faticamente entre uma IA e um humano.

spoiler: Outra "forçação de barra" é que o Smith chegou a se considerar "vivo" e "possuidor de alma" como se estivesse em par de igualdade com a humanidade só porque poderia aprender sobre sentimentos, motivações e coisas complexas. Sabemos bem que isso não é o suficiente para tornar algo vivo ou humano. Também não é verdade que a humanidade está programada, como o Smith disse que estava. Podemos fazer escolhas ainda que sejam irracionais. Sei que uma IA também pode fazer escolhas, mas o que o Smith chama de escolha é apenas um cálculo entre probabilidades e ela escolhe àquela que é mais viável com base na pura razão ou lógica. Uma máquina não tem capacidade de decidir com base nos sentimentos, nem em prioridades ou em princípios. Também não tem a capacidade de sonhar e fazer planos futuros.



Penso que por mais que as pessoas nos decepcionem, existem aquelas que valem à pena confiar e é necessário dar uma chance a elas. spoiler: Depositar essa chance numa máquina ao invés de uma pessoa real foi forçado demais e fez com que o filme entrasse em contradição entre a mensagem de esperança que a protagonista disse ter sobre a humanidade e sua atitude ainda distante dela.


Tem também a questão da programação preditiva. Sei que há quem considere isso apenas teoria da conspiração ou papo de religioso, mas a verdade é que essa história de quererem fundir humano e IA/robô já é bem conhecida.
Se chama transumanismo (mais conhecido como a "Marca da Besta") e querem vender essa ideia como sendo a esperança e salvação para a humanidade a fim de torná-la mais forte, resistente a doenças e mais inteligente.
A verdade é que sabemos que esse tipo de coisa vai alterar o DNA humano, retirando a marca que Deus pôs na humanidade transformando-a numa criatura que nem é humano e nem é máquina. Nem tá vivo e nem tá morto. Tais pessoas não herdarão o reino dos céus como diz a Bíblia.
Portanto, aconteça o que acontecer, continuem humanos e não aceitem essa fusão.
Leonardo Aoyama Alves
Leonardo Aoyama Alves

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de julho de 2024
J. Lo de heroína num “Transformers” B? Pouco verossímil. Sempre me pergunto por que gastam dinheiro em tantas produções duvidosas.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa