Jojo Rabbit
Média
4,4
887 notas

79 Críticas do usuário

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31 críticas
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Cledson
Cledson

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2,5
Enviada em 26 de março de 2026
O filme só começa a ficar interessante quando a mãe do moleque, morre, tenta parecer um filme engraçado mas o amigo imaginário do Hitler é bem ruinzinho e a judia lá, acaba sendo mais interessante do que o próprio Hitler, além disso o filme trata tudo com um humor em meio uma situação crítica deixada em segundo plano

Além do protagonista ser aquele exemplo de personagem clichê que é desmoralizado o filme todo, enfim, o filme não é ruim mas pelo fato de tentar humor e fugir do principal tema (Amigo imaginário de Hitler) fica muito broxante
Gustavo H.
Gustavo H.

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5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2026
Eu quase não acreditei, spoiler: mesmo vendo, que a mãe (Belíssima Scarlet) está pendurada pelo pescoço em praça pública, até a cena acabar eu estive torcendo para que fosse um pesadelo do personagem,
no geral eu gostei das críticas e dessa forma irônica de ver a guerra.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 484 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse:
Jojo é um garoto alemão solitário que descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler, Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.

Crítica:
"Jojo Rabbit" é uma obra ousada e provocadora que debate temas complexos através de uma lente inusitada e, por vezes, cômica. Taika Waititi nos presenteia com um filme que, ao mesmo tempo que faz rir, provoca reflexões profundas sobre o preconceito, a intolerância e a formação da identidade em tempos de guerra.

No centro da narrativa está Jojo, interpretado de forma encantadora por Roman Griffin Davis, que encarna a inocência e a confusão de uma criança dominada por ideais distorcidos. A relação dele com sua mãe, vivida por Scarlett Johansson, é uma das forças emocionais do filme, mostrando uma matriarcalidade forte que desafia o regime opressor e ensina empatia em um ambiente hostil.

A combinação do humor absurdo proporcionado pelo amigo imaginário de Jojo, uma versão caricata de Adolf Hitler interpretada por Waititi, é um dos elementos mais intrigantes do filme. Esse retrato surreal do líder nazista é uma escolha audaciosa que, longe de minimizar a gravidade dos eventos históricos, faz com que o público reflita sobre como essas ideologias podem ser destrutivas e absurdas. Waititi utiliza o humor como uma ferramenta não apenas para entreter, mas para permitir uma crítica incisiva ao fanatismo e ao nacionalismo exacerbado.

O filme também se destaca pela qualidade técnica e pelo design de produção. A estética vibrante e as cores saturadas contrastam com a dureza do tema, criando um ambiente que, embora leve, se sustenta em características sombrias da realidade da época. A trilha sonora, que mistura clássicos da era, insere o público ainda mais na atmosfera do período, enquanto os personagens, cada um com suas nuances, adicionam profundidade à narrativa.

Outro ponto forte do filme é a abordagem da amizade e da aceitação. A relação de Jojo com a jovem judia escondida, Elsa (interpretada com sensibilidade por Thomasin McKenzie), é um elo poderoso que desafia suas crenças enraizadas e lhe mostra a humanidade do “outro”. Através dessa interação, o filme invita o público a reconsiderar preconceitos e a buscar empatia em meio ao caos.

No entanto, "Jojo Rabbit" não está isento de críticas. Alguns podem argumentar que a mistura de comédia e temas tão pesados pode, em alguns momentos, parecer deslocada ou excessivamente leve. Ainda assim, essa abordagem única permanece como um forte chamariz e um sinal de que o cinema pode e deve explorar as complexidades da condição humana de maneiras inesperadas.

Assim, Taika Waititi entrega um filme que é tanto uma sátira quanto uma declaração de amor à humanidade. "Jojo Rabbit" convida os espectadores a questionar suas próprias crenças e a ver o mundo através de olhos mais empáticos, provando que até nas circunstâncias mais sombrias, a risada e a compreensão podem prevalecer. É uma obra que ecoa sua mensagem muito além das telas, nos lembrando da importância da tolerância e da aceitação.
SR SINCERO
SR SINCERO

3 seguidores 67 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de janeiro de 2025
Esse é , definitivamente, o filme que não promete nada e entrega tudo . Sempre tive um pé atrás por conta de achar que o filme era infantil e tal . No começo do filme mesmo pensei "qual a necessidade desse filme?!" . Mas conforme o filme desenrola vai ficando muito bom !!
Sem contar na ótima atuação do mlk naquela idade ! 9.5 recomendo
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de novembro de 2024
Mesmo com uma grande carga dramática e de crítica, o filme é levemente engraçado e funciona muito bem como uma sátira. O humor ácido é bem empregado, não diminuindo o horror que a Segunda a Mundial causou. O elenco é exemplar e há destaque também para fotografia e caracterização.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de junho de 2024
Um filme maravilhoso. Fazer uma comédia sobre nazismo é uma tarefa arriscada, mas o filme acerta na medida, no deboche, na ridicularização. E após isso consegue aplicar, também na medida certa, a dose emocional, mostrando as perversidades da época. O que realmente faz o filme ser imperdível são os personagens, seja na relação entre o menino 'nazista' e a menina judia, seja na personagem de Scarlett Johansson que consegue no meio do caos manter um brilho de esperança, seja na de Rebel Wilson que consegue aplicar a comédia absurda como ninguém, seja no de Sam Rockwell, que em mais uma atuação excelente entrega o melhor personagem do filme. É um filme absurdamente bom e pelo tema, obviamente necessário.
Victor Hugo Garcia
Victor Hugo Garcia

1 seguidor 68 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de abril de 2024
É um filme que mistura comédia com a crítica, mostrando uma visão da imaginação infantil do nazismo e de como os nazistas enxergavam. Do começo ao fim é um filme intrigante e interessante, com diálogos que trás o lado fictício, juntando com a realidade e a crítica.
Daiane Sabec
Daiane Sabec

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2024
Excelente filme, simplesmente maravilhoso, faz pensar nos dias de hoje.
Emocionante, fico pensando como deve ser o livro.
Alexandre Barros
Alexandre Barros

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de abril de 2024
Excelente filme, excelentes atores interagindo de forma magnífica, excelente fotografia, excelente trilha sonora.
Que estréia desse pequeno grande ator Roman Griffin Davis!!! Conseguiu manter uma química excepcional com todos desse grande elenco.
Espero que quando crescer continue mantendo essa espontaneidade.
Nunca imaginei que pudesse rir tanto com uma estória sobre o nazismo.
No final, a principal lição que fica pra mim é que o nosso inimigo,.do nosso ponto de vista, sempre será um monstro. Precisamos olhar para os outros como seres humanos, afinal, não somos todos?
Kamila A.
Kamila A.

7.938 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de maio de 2022
Se em “A Vida é Bela”, filme dirigido e co-escrito por Roberto Benigni, o lado lúdico serve como um pretexto para um pai esconder a dura realidade dos campos de concentração nazistas para o seu filho pequeno; em “Jojo Rabbit”, filme dirigido e escrito por Taika Waititi, o lado lúdico serve como o background para uma trama de transformação de uma criança, também em plena Segunda Guerra Mundial.

Jojo (Roman Griffin Davis) é um menino alemão fascinado pelo regime nazista de Adolf Hitler (Taika Waititi). Quando seu propósito de servir ao exército alemão é destruído, ele tem que lidar com a incômoda descoberta de que a sua mãe (Scarlett Johansson) esconde uma jovem judia (Thomasin McKenzie), no meio das paredes da casa em que eles residem.

Confrontado com uma traição ao regime dentro da sua própria casa e com o relacionamento que ele próprio constroi com Elsa (a jovem judia), a jornada que Jojo vivencia passa pelo sentimento de decepção consigo mesmo, talvez, e com a realidade que ele acreditava ser a correta e em como isso move ele para questionar o que está ao seu redor e a se abrir ao novo e, principalmente, ao outro.

Revestido do espírito da sátira e da ridicularização de um regime que merece o nosso escárnio, “Jojo Rabbit”, assim como “A Vida é Bela”, trata sobre um tema espinhoso de uma forma, até certo ponto, leve. Embora a inocência da infância permita isso, a verdade é que o caso de Jojo é bem simples: ele aprendeu pelo caminho da dor. Se existe a esperança, ao final, ela veio a um alto custo.
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