Mamonas Assassinas - O Filme
Média
2,6
289 notas

99 Críticas do usuário

5
19 críticas
4
12 críticas
3
11 críticas
2
6 críticas
1
21 críticas
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30 críticas
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Sammm
Sammm

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de março de 2026
Um dos piores filmes que já assisti na minha vida, horrível, péssimo. Atuações ruins, roteiro ruim, direção ruim, tudo ruim, não tem uma única coisa que salva.
André Correa
André Correa

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de janeiro de 2026
O filme dos Mamonas Assassinas não é apenas fraco: ele é um fracasso como cinebiografia e como homenagem. O que deveria ser um retrato vibrante de uma das bandas mais marcantes da história do Brasil se transforma em uma obra confusa, infantilizada e desrespeitosa com o legado do grupo.

Um dos problemas mais evidentes, apontado tanto por espectadores quanto por críticos, é a narrativa completamente bagunçada. O filme parece uma sequência de esquetes mal costuradas, sem ritmo, sem progressão clara e sem qualquer cuidado com construção dramática. Em muitos momentos, o espectador simplesmente não entende o que está acontecendo, nem por quê. Não há começo, meio e fim bem definidos — apenas cenas jogadas na tela.

A ambientação é descuidada, misturando elementos modernos com os anos 90 de forma grosseira. Objetos, comportamentos e até estética visual não respeitam a época retratada, o que quebra qualquer tentativa de imersão. Para um filme com orçamento milionário, esse tipo de erro é injustificável e demonstra falta de pesquisa e atenção aos detalhes.

O roteiro opta por um caminho estranho e repetitivo: quase toda cena termina ou passa por algum beijo ou romance forçado, como se isso fosse necessário para sustentar a história. Ao mesmo tempo, as mulheres ligadas aos integrantes são tratadas de forma rasa e descartável, reduzidas a estereótipos, sem profundidade, sem respeito e sem relevância real para a narrativa — algo amplamente criticado pelo público.

No aspecto musical, o filme também decepciona. Embora as músicas dos Mamonas estejam presentes, a execução é tecnicamente problemática. Há trilhas fora do tempo, instrumentos que nunca fizeram parte das músicas originais, e situações absurdas em que personagens que nunca tocaram determinados instrumentos simplesmente “aprendem” do nada. Em vez de mostrar o processo criativo e a genialidade musical da banda, o filme escolhe o atalho mais preguiçoso possível.

Outro ponto frequentemente mencionado em críticas é o tom infantilizado da obra. Apesar de retratar uma banda irreverente, o filme parece algo no nível de Carrossel ou Chiquititas, tanto visualmente quanto na forma de contar a história. Em vários momentos, a sensação é de que o filme subestima o espectador, apostando em exageros bobos em vez de humor inteligente.

Talvez o erro mais grave seja a forma como o filme lida com seus próprios personagens. O longa consegue o quase impossível: transformar o Dinho em alguém chato. Toda a energia, carisma e espontaneidade que marcaram o vocalista simplesmente não aparecem. Em vez de um líder carismático e caótico, o que se vê é uma caricatura sem alma.

No fim das contas, o consenso entre público e crítica é claro: o filme não honra os Mamonas Assassinas. Ele banaliza a trajetória da banda, ignora seu impacto cultural e entrega um produto raso, confuso e mal executado. Com cerca de 7 milhões de reais de orçamento, o resultado final é constrangedor.

Não é um filme sobre os Mamonas. É uma piada involuntária, sem emoção, sem respeito e sem identidade. Uma obra que falha em tudo o que se propõe a fazer — e que ficará marcada como um exemplo de como não se deve contar a história de um ícone da música brasileira.
Fernanda Da Motta Silva
Fernanda Da Motta Silva

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de novembro de 2025
O filme não retrata em nada a alegria e espontaneidade que era essa banda ... O Dinho era muito mais que a interpretação desse ator
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de agosto de 2025
sou rockeiro nato e fã do heavy metal, música brasileira não são meus forte e nem curto... se for legião urbana, Los hermanos e o famoso mamonas assassinas, eu amo demais. curti demais o filme que trata e fala como foi o começo, meio e o fim trágico da banda que arrasou em sua época e até hoje são lembrados ❤️
Luciana
Luciana

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de julho de 2025
Que decepção com o filme dos Mamonas Assassinas. O que fizeram com a história dessa banda tão marcante? Uma das piores cinebiografias que já assisti. Os Mamonas mereciam uma obra à altura do seu legado – e não algo tão raso e sem emoção.

Se o orçamento era limitado, talvez fosse melhor esperar do que entregar um resultado tão fraco. O filme não consegue criar conexão, especialmente com as novas gerações, e passa longe de transmitir a irreverência e a energia que tornaram os Mamonas inesquecíveis.

E o que dizer da personagem Adriana, que nem sequer existiu? Incluir figuras fictícias em uma história real tão impactante só enfraquece ainda mais a narrativa. Muito triste ver uma homenagem tão mal executada.
Wellington F.
Wellington F.

8 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2025
Filme narra a trajetória da banda, mostra as dificuldades, mostra que não foi fácil chegar onde chegaram, que tiveram que batalhar bastante e uma coisa boa é que o filme não apela para o acidente, mencionando-o vagamente no final.
Ponto forte que destaco foi a caracterização dos personagens, quase "clones".
Muito embora o autor procurasse não ser apelativo, poderia ter mostrado a repercussão pós morte, a comoção popular.
Gustavo Lima
Gustavo Lima

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de junho de 2025
Ótimo filme. Leve e divertido. Gostei. Eu vivi a época e na hora que eles estavam escrevendo as músicas, dando nome a banda "mamonas assassinas espaciais". Nostalgia pura.
krisca 0.
krisca 0.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de junho de 2025
Gente, esse filme, se é que pode se chamar de filme deveria ser banido. É uma afronta a história gigante do Mamonas. Nunca vi atuações tão ruins, roteiro tão superficial, sem nexo, cenas cortadas do nada. Um lixo
Valquíria G.
Valquíria G.

3 seguidores 21 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de junho de 2025
Achei muito ruim. Não descreve a banda com a homenagem que merecia, os personagens são poucos explorados, muito tempo gasto nas histórias românticas dos meninos e sendo assim, a Valéria, namorada do Dinho que ficou nacionalmente conhecida, nem aparece. Deixa passar muita coisa significativa da realidade da Bandq
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
"Mamonas Assassinas: O Filme" (2023), dirigido por Edson Spinello e roteirizado por Carlos Lombardi, apresenta um olhar sobre a vida e a carreira meteórica dos Mamonas Assassinas, uma das bandas mais irreverentes e populares da história do rock brasileiro. Ao retratar a trajetória do grupo, desde sua formação em Guarulhos até a trágica morte de seus integrantes em 1996, o filme se propõe a celebrar a energia e a irreverência que definiram a banda. No entanto, a obra se depara com desafios narrativos e estéticos que impedem uma plena imersão no universo dos Mamonas Assassinas, resultando em uma experiência que, embora cheia de boas intenções, acaba por decepcionar a crítica e o público em diversos aspectos.

O filme faz um esforço considerável em capturar a essência do grupo, especialmente no que diz respeito à irreverência e à atitude desafiadora que marcaram sua carreira. No entanto, a narrativa padece de uma estrutura excessivamente apressada e fragmentada, que não permite o desenvolvimento adequado dos personagens e dos eventos. A história avança rapidamente, sem dar tempo para que os espectadores se conectem de maneira profunda com os integrantes da banda. Esse ritmo acelerado prejudica a construção emocional da trama, com os acontecimentos sendo tratados de maneira superficial e sem as devidas reflexões sobre o impacto de cada etapa na vida dos músicos.

Apesar de seus méritos, como a recriação da estética visual da época e a tentativa de resgatar a atmosfera do Brasil da década de 1990, o filme falha em dar profundidade às relações entre os membros da banda. O roteiro se concentra principalmente em Dinho, o vocalista carismático, enquanto os outros membros da banda, como Bento e Júlio, são relegados a papéis secundários e pouco desenvolvidos. Embora haja algumas tentativas de explorar a dinâmica entre os integrantes, a falta de foco na verdadeira complexidade das relações interpessoais dentro do grupo faz com que o filme perca uma oportunidade de abordar com mais profundidade os desafios e as tensões que existiam por trás da fachada de irreverência e diversão.

O elenco, composto por Ruy Brissac (Dinho), Beto Hinoto (Bento), Robson Lima (Júlio), Adriano Tunes (Samuel) e Rener Freitas (Sérgio), é, em grande parte, o ponto alto da produção. A semelhança física dos atores com os reais membros da banda é impressionante, e as atuações conseguem transmitir a energia contagiante e a irreverência que tornaram os Mamonas Assassinas tão populares. Ruy Brissac, em particular, brilha como Dinho, capturando a essência do líder da banda e seu carisma natural. Contudo, apesar do esforço do elenco, as limitações do roteiro impedem que suas performances tenham um impacto duradouro. A falta de profundidade nas motivações dos personagens e o tratamento superficial de questões importantes, como o relacionamento com as mulheres e o consumo de drogas, deixam a narrativa rasa e muitas vezes desinteressante.

A direção de Spinello, embora competente em algumas áreas, também sofre com a falta de coesão e consistência. A montagem é um dos maiores problemas do filme, com cenas excessivamente picotadas e uma estrutura narrativa desarticulada. O ritmo irregular, que alterna entre momentos de grande energia e outros de tensão mal construída, contribui para uma atmosfera descompensada que dificulta a imersão do público na história. Além disso, a transição do formato de série para filme, que já havia sido anunciada, se reflete negativamente no produto final. O filme parece querer contar uma história longa e detalhada, mas as limitações de tempo e a necessidade de condensar a trama resultam em uma narrativa apressada e sem o devido cuidado com os detalhes.

Outro ponto negativo do filme é sua escolha de trilha sonora. Apesar de ser uma cinebiografia musical, a obra opta por utilizar faixas contemporâneas que não condizem com a atmosfera da década de 1990, prejudicando a autenticidade da produção. As músicas dos Mamonas Assassinas, que poderiam ter sido a grande força emocional da obra, são pouco exploradas, e as cenas de performance não conseguem capturar a energia dos shows que marcaram a banda. A música, um dos pilares da identidade do grupo, é tratada de maneira superficial, sem o devido destaque ou resgate do seu impacto cultural.

O filme também falha em explorar as questões mais sombrias e complicadas que marcaram a trajetória da banda, como a luta contra o sistema da indústria musical, o impacto da fama e a tragédia que encerrou sua história. A morte dos Mamonas Assassinas, embora retratada, é apenas um ponto final de um enredo que não consegue explorar adequadamente as consequências da vida e da morte desses jovens. A decisão de não centrar o filme em torno dessa tragédia é válida em certo sentido, pois evita o sensacionalismo, mas a forma como a narrativa aborda o fim do grupo não faz jus ao legado deixado por eles.

"Mamonas Assassinas: O Filme" é uma produção que busca capturar o espírito irreverente e a energia contagiante de um dos grupos mais icônicos do Brasil, mas não consegue entregar uma cinebiografia coerente e impactante. A falta de um roteiro mais estruturado, o tratamento superficial dos personagens e a direção inconsistente resultam em uma obra que, embora carinhosa em sua intenção, não faz jus à complexidade e ao legado dos Mamonas Assassinas. O filme é, portanto, uma oportunidade perdida de se fazer justiça a uma das bandas mais influentes da história da música brasileira.
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