O Auto da Compadecida
Média
4,7
5387 notas

283 Críticas do usuário

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Nelson R G de Oliveira
Nelson R G de Oliveira

23 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de março de 2026
É um filmão eu adorei a Auto da Compadecida um dos melhores filmes que eu já vi até super muito filme que eu gostava que era americano
contato kintal
contato kintal

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2026
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Chrystopher Lelis
Chrystopher Lelis

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de dezembro de 2025
Um dos melhores filmes brasileiros um humor maravilhoso.
Atuação dos personagens principais está maravilhosa
Kalebe
Kalebe

4 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de dezembro de 2025
Sinceramente, eu gosto dos livros, porém esse filme não conseguiu me alegrar. Fiquei o filme inteiro com "nojo", mas entendo quem gosta de ver o filme!
Maria Clara Veloso
Maria Clara Veloso

10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2025
Não consigo enjoar, já assisti trocentas vezes. Sempre que tenho oportunidade, ponho novamente e a risada é garantida. Tem um valor cultural histórico inestimável.
Guilherme de Melo
Guilherme de Melo

1 seguidor 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2025
O Auto da Compadecida (2000) é uma das maiores comédias do cinema brasileiro, e certamente merece a nota de 4/5. O filme, baseado na peça de Ariano Suassuna, consegue misturar humor, crítica social e aspectos da cultura nordestina de forma brilhante. Ele é uma verdadeira joia do nosso cinema, que consegue ser engraçado, reflexivo e emocionante ao mesmo tempo.

O que mais me chama a atenção em O Auto da Compadecida é como ele consegue equilibrar o absurdo e o cômico com questões sérias e existenciais. Os personagens principais, Chico (interpretado por Matheus Nachtergaele) e João Grilo (interpretado por Selton Mello), são um exemplo perfeito disso. Eles são dois anti-heróis bem humildes e espirituosos, que se metem em várias confusões, mas, ao mesmo tempo, têm um caráter que vai se revelando mais profundo conforme a história avança. A maneira como eles enfrentam as adversidades com humor e inteligência é muito cativante, e suas interações são hilárias.

A obra também apresenta uma crítica social sutil, abordando a questão da religiosidade, da moralidade e do poder. A figura da Compadecida (interpretada por Fernanda Montenegro) é o ponto de virada do filme, trazendo a dimensão espiritual à trama. Ela não só representa a fé, mas também a justiça e a misericórdia, contrastando com a dureza da vida no sertão. O modo como os personagens interagem com essas questões dá ao filme uma profundidade que não se limita apenas ao riso.

Visualmente, O Auto da Compadecida também se destaca. O cenário do sertão nordestino foi bem explorado, e a maneira como a direção de Guel Arraes conduz o filme, com elementos de teatro, faz com que tudo pareça uma grande fábula. A estética do filme, misturando o popular e o religioso, é encantadora e faz o público se sentir imerso na história.

No entanto, embora o filme seja excelente, a razão pela qual ele não recebe 5/5 de minha parte é que, em alguns momentos, a trama pode parecer um pouco exagerada, e as situações, por mais que sejam engraçadas, podem perder um pouco o tom realista. Mas isso, de certa forma, faz parte da proposta do filme, que se inspira no estilo de comédia popular e no teatro de rua.

Ainda assim, O Auto da Compadecida é um clássico do cinema brasileiro e, sem dúvida, uma das melhores comédias já feitas no Brasil. Ele consegue ser divertido, emocionante e, ao mesmo tempo, deixar uma mensagem importante sobre a vida, a morte e a fé. É um filme que merece ser visto e revisitado por muitos.
FracRod
FracRod

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2025
Um dos melhores, se não, o melhor, filme nacional! A continuação já não é nada parecido, passou muito longe de ser igual ao primeiro.
Rafael Br
Rafael Br

3 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de março de 2025
Esse sim ariano suassuna puro engraçado bom respeitoso mas Hilário brilhante, esse sim não esse lixo do 2
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 854 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
O auto da compadecida é um filme nacional na qual é difícil de saber por onde começar a falar sobre. O filme foi dirigido por Guel Arraes que também fez o roteiro ao lado de Adriana Falcão e João Falcão e foi baseada na mais famosa obra do escritor paraibano Ariano Suassuna. O filme conta a história de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) na qual são dois nordestinos que moram em um pequeno vilarejo do sertão Paraibano. Os mesmos vivem em uma constante luta para sobreviver e com isso acabam entrando em enrascada, pois estão sempre enganando as pessoas ao seu redor. A salvação da dupla acaba acontecendo com a intervenção de Nossa Senhora (Fernanda Montenegro). Precisamos primeiro destacar a incrível adaptação da obra de Ariano por Guel Arraes que estava por trás também da direção de arte, na qual teve uma boa fotografia do sertão. Além disso, a excepcional química entre os dois protagonistas como o João Grilo sagaz e esperto e Chicó mais tímido e medroso. Graça a química de ambos é impossível não se agradar com as diversas cenas e enrascadas que se metem. A ideia da trama também se passa a definir bem as diferentes classes e posições sociais ali inseridos como os trabalhadores pobres: Chicó e João Grilo, a pequena burguesia: Dora (Denise Fraga) e Eurico (Diogo Vilela), a igreja com o padre João (Rogério Cardoso) e o Bispo (Lima Duarte), a classe econômica e política: Major Antônio Moraes (Paulo Goulart) e sua filha Rosinha (Virginia Cavendish) e na contramão, o cangaceiro, Severino de Aracaju (Marco Nanini). Percebemos que o elenco secundário compôs muito bem a trama e ainda são formados por atores consagrados no cenário nacional. Como dito, é difícil encontrar expressões para dizer a grandiosidade dessa obra.
Cesar Santana
Cesar Santana

34 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2024
Filme espetacular, que deu vida aos personagens do livro escrito por Ariano Suassuna. Chicó e João Grilo são sensacionais! Para além das graças do filme, há uma crítica social bastante adequada, denunciando a pobreza e a dificuldade que o sertanejo sofre.
Povo esse que busca na fé a força necessária pra seguir em frente.
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