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2,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Este é mais um filme que flerta com o mundo após a morte, como o [Além da Vida](/alem-da-vida) de Eastwood, mas com uma interpretação tensa de Javier Bardem (Vicky Cristina Barcelona), que faz Uxbal, um pai separado que tem que tomar conta dos dois filhos pequenos e de seus negócios escusos, como produtos falsificados por chineses semi-escravos.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Nicholas Cage estreia mais um filme com feitiçarias. Depois do inofensivo Aprendiz de Feiticeiro, podemos considerar “Caça” como uma versão inserida histórica e politicamente em um contexto mais sério: a campanha das Cruzadas da época medieval e o extermínio de centenas (milhares?) de mulheres acusadas de bruxaria, enquanto a famigerada Peste matava 75% da população.
5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O início e no programa do Jô possui um sentido maior por causa da mensagem de que, no final, o lixo de todas as pessoas que assistem a televisão vai parar no mesmo lugar?
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O filme todo gira em torno da história da filha mais velha de uma família problemática que ainda por cima precisa encontrar o pai, pois este fiançou a casa onde moram e, se não comparecer ao tribunal no dia estabelecido, eles serão despejados.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
A história clássica de Rapunzel é recriada com o novo senso se humor Disney/Pixar, em que o príncipe é um ladrão procurado, e a frágil princesa não é tão frágil assim. Temos aí os mesmos elementos que tornaram a Disney tão amada pelas crianças e adultos: números de música inspirados (com destaque para o bar do patinho) e uma história sem muitos conflitos e um final feliz.
2,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Chegando em casa, a Net Movies pegou o denso Munique e deixou no lugar Garotas do Calendário. Triste troca. Uma história que tem como centro um vilarejo na inglaterra em que senhoras de meia-idade posam nus artísticos para um calendário a fim de angariar fundos de caridade mereceria um pano de fundo mais bem tratado. No entanto, o que vemos é uma sucessão de pequenos conflitos que são logo resolvidos e nunca ocupam muito espaço na tela, ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Ontem fui ver o novo filme de ação de Denzel Washington. É sobre um trem desgovernado e os esforços para segurar o bicho antes que ele destrua alguma coisa. Confesso que fiquei impressionado com a atuação acima de Denzel no papel de Frank, um condutor de trens de carga que trabalhou a vida toda nisso. Seu sotaque e seus gestos condizem de alguma forma com o personagem, enquanto seu companheiro de viagem Will (Chris Pine) fica com seus ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Alice é uma mulher que se dedica inteiramente ao trabalho. Boa parte do tempo a vemos usando seu celular e seu notebook. Apesar de excelente profissional, ela ignora sua família, cuidando dos afazeres caseiros e profissionais como se fizessem parte de uma mesma agenda. A triste consequência é que, apesar de terem uma vida invejável de classe média alta, ela acaba conhecendo pouco de seu próprio filho e quase não nota a existência do ...
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4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Um drama de um relacionamento de um dia entre uma dona-de-casa e seu vizinho homossexual que mostra de diversas formas como a Itália fascista estava se transformando. O dia em questão calha com a visita de Hitler à Roma. O filme conta com Sophia Loren e Marcelo Mastroiana nos papéis principais, e é dirigido por Ecolla.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Meu Malvado Favorito é um ótimo exemplo de filme que divide opiniões, assim como Transformers: de um lado as pessoas que veem claramente uma péssima construção de história em conjunto com péssimas sequências para esta história. De outro, as pessoas que enxergam seus méritos no projeto ou 1) por gostarem do argumento desde o início ou 2) por entenderem sua proposta de uma maneira menos... crítica?
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O diretor/roteirista Richar Kelly estreou nos longas com este filme, nos brindando de cara com um suspense que quebra com diversas regras do gênero, apostando na mistura com ficção científica.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Na primeira cena temos apenas o primeiro acorde de "A Hard Day's Night", que nunca irá se completar, pois Nowhere Boy narra apenas a história do Beatle antes de efetivamente formar o grupo. Várias referências ao mundo Beatleniano, como Strawberry Fields, Walrus. Uma viagem em torno do relacionamento entre John Lennon e sua mãe, e o que levou com que sua personalidade fosse como é. Quer dizer, essa pelo menos é a teoria do filme de Sam ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Uma troca de papéis eficiente que faz repensar a dicotomia do bem contra o mal, ainda mais que hoje em dia, em que mais pessoas se livram das superstições antigas (religiões) que pregam essa dicotomia como algo inerente à existência, o filme transporta essa realidade para uma animação leve, mas que esconde algum drama mais complexo existencial.
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O objetivo de Fincher, assim como em Clube da Luta, é destrinchar situações e pensamentos da sociedade moderna. Dessa vez, ele usou uma história real e contemporânea para falar sobre a digitalização de nossas amizades, e nada como usar como exemplo a história do próprio criados da maior rede social de todos os tempos: o Facebook, atualmente com mais de 500 milhões de participantes.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Personagens que Allen adora colocar em cena: a cartomante que faz papel de psiquiatra, a velhinha que procura uma cura para sua tensão pós-separação, o ex que está velho demais para recomeçar e acreditar ter o gene da longevidade, o escritor fracassado de um sucesso só, casado com a consultora de artes em um casamento que logo, logo, irá se abalar, e a noivinha pronta para sair do casamento.
5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
De que são feitos os heróis? Como uma pessoa cresce internamente e transparece externamente, para o resto do mundo, como alguém que faz a diferença; tanto profissional, quanto moralmente?
5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Trilha sonora que nos remete ao solete faroeste, e apesar de não ser um filme desse gênero, o ambiente sem lei que Chicago aparenta torna mais do que adequada a escolha.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Há algo de transcendental em As Quatro Voltas. Baseado tão somente em imagens, que mostram inicialmente a rotina de um velho pastor de uma cidadezinha, a narrativa liga fatos que não estariam ligados se não fosse pela capacidade imaginativa da câmera de contar uma história. A fotografia e os enquadramentos encantam pelo deslumbramento e simplicidade com que são focados. Não há muito o que falar, pois a história, como disse, transcende ...
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5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Este é um documentário que conta, com imagens caseiras e inusitadas em eventos públicos, os últimos anos do escritor português ganhador do prêmio Nobel José Saramago e sua esposa, Pilar. Por meio de uma semi-intrusão na vida alheia do casal, acompanhamos as viagens que ambos fizeram pelo mundo afora após ele ter ganho o prêmio.
5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O filme começa com a luz do sol, tão presente durante o longa, se transformando na luz do projetor de cinema. Esse projetor fará parte do final, quando voltamos para o mesmo close no início. As tomadas iniciais dele chegando ao interior da Etiópia apresentam uma largura de campo estrondosa, exatamente para dar a impressão de grandeza e imensidão que não acaba mais nas planícies do país de origem, e da região, do corredor. Aliás, esse ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Baarìa - A Porta do Vento, trabalho mais pessoal de Giuseppe Tornatore (Cinema Paradiso), é uma superprodução que tem como característica marcante não definir um foco específico ao contar sua história. Disposto a tornar a Baarìa do título, um vilarejo no interior da Itália, protagonista de tudo que aconteceu no país ao longo de décadas de história, Tornatore sacrifica a clareza narrativa em prol de um bem maior: a absurdamente ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
A história do estreante diretor Jeferson De, cuja sessão em que estava presente tive o privilégio de participar, inicia com um plano-sequência em que Macu desce a ladeira de sua casa pelos becos e ruas do bairro; uma cena que, além de nos mostrar o nível de intimidade do protagonista com seus vizinhos, ainda dá uma ideia muito boa da extensão desse ambiente. A música de abertura, inicialmente não fazendo parte do ambiente, se transforma ...
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2,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Mais um filme de violência absurda de Robert Rodriguez. Fotografia amarelada, como em todos os filmes que se passam perto do México. Só que em muitos filmes a violência absurda é usada em tons artísticos, como evocando os quadrinhos (Sin City) e sua realidade já absurda e exagerada e as artes marciais (Kill Bill) e suas lendas.
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O maior mérito da direção deste filme é deixar a história fluir sem interferências, dando vazão a ambas às interpretações, ambas dignas, apesar de gerarem efeitos diversos.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Julia Roberts é Liz Gilbert, uma mulher desiludida com o casamento em que vive e que busca em uma viagem pelo mundo (na verdade, Itália e Índia) se "reconectar" ao mundo. É através desse "objetivo" que vemos a personagem vivenciar momentos de puro êxtase turístico, em um filme que claramente apresenta as locações com esse propósito.
5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Assisti depois de muito tempo ter sido uma febre entre as pessoas. As frases que se tornaram famosas ouvi pela primeira vez. Mas nem por isso o filme deixou de ter o peso que acreditava que tivesse.
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Esse é "O Exorcista" invertido. Aqui o padre, que na verdade é tipo um reverendo de sua religião, possui suas dúvidas com respeito a Deus, e usa a religião como um meio de ganhar a vida. Reflexo exato do atual status das religiões polêmicas, que as usam também como um meio de se proliferarem, o próprio padre afirma que o principal é fazer as pessoas abrirem a mão, pois não se vive só de fé.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
As piadas do filme parecem internas e da vida real ("você aumentou o número do sutiã?", pergunta Sandler para seu amigo recém-chegado que aparentemente engordou mais que ele, ou "dessa vez vc trouxe a mãe", se referindo ao cachorro em seu carro), ou, pior: elas foram achadas pelo google. No entanto, aparentemente os realizadores do filme acham elas estupidamente engraçadas, pois estão sempre inseridas em momentos de clímax.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Os personagens desse filme vivem citando filmes, como na cena em que o protagonista imita Morgan Freeman em "Um Sonho de Liberdade". Com essa cena podemos dizer que o filme não é nada original, e usa referências à toa.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Nosso Lar é um exercício de paciência para quem assiste, sempre em busca de um motivo de sermos levados aos mundos idealizados pelos espíritas, procurando algo pelo que torcer, algo por esperar ou acompanhar. Mas é difícil manter esse ritmo quando nunca enxergamos o fio condutor de alguma narrativa, por menor que seja.
4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Está é uma história estilo conto de fadas, em que uma famosa atriz, inalcançável pela maioria dos mortais, acaba visitando um pequeno bairro de Londres (o Notting Hill do título) e conhece o dono de uma loja de livros de viagem (e é curioso que provavelmente ela deve ter viajado para muitos dos lugares descritos nos livros de suas estantes) e vivem um inusitado romance.
3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Uma suposta comédia romântica, gêmea do Encontro Explosivo com Cameron Diaz e Tom Cruise, aqui quem participa é o sem sal Ashton Kutcher e a idem Katherine Heigl, em um filme de ação com algumas sacadas engraçadas, mas nenhuma inteligente. Até me esqueci qual o plot.
1,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Hoje este é conhecido não apenas como o grande fracasso de bilheteria de M. Night Shyamalan, ou o grande fracasso de crítica de sua cinegrafia, mas sim como um dos grandes fracassos da década, figurando entre os piores filmes de todos os tempos. Exagero? Talvez... mas não sem motivos.
2,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Usando uma steady cam e iniciando no tom de documentário, __Os Mercenários__ traz uma gangue de atores milionários que, em seus devidos personagens unidimensionais, fazem operações de guerra por uns trocados. A primeira cena, aliás, resume bem o que teremos no resto das cenas de ação: muito sangue. Tanto sangue que, no início, vemos o resto da matança através de uma lente de visão noturno, para não afastar de imediato o espectador ...
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3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
E aqui vamos nós para mais um filme bonitinho, emocionante e formatado nos últimos padrões que a Disney recomenda para que tenhamos mais uma possível franquia seguindo os modelos razoavelmente bem sucedidos dos Piratas do Caribe e Crônicas de Nárnia, e também a futura promessa do Príncipe da Pérsia.
2,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Basicamente temos a história de um vendedor (Guy Pearce) que, ao consultar um vidente em uma estrada longe de tudo põe à tona sua consciência sobre fatos do passado que levaram seu amigo a ser preso. Isso faz com que o sujeito reavalie sua própria ambição descontrolada.