O Bebê de Rosemary
Média
4,1
1294 notas

61 Críticas do usuário

5
17 críticas
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Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de novembro de 2025
Um clássico atemporal ! filme muito conhecido! Terror suspense, Um sucesso incrível na época ! trilha sonora muito boa , elenco muito bom! Mia Farrow está muito bem! Um roteiro que te prende.! Uma trama de tirar o folego! Que te envolve, a forma como é conduzida é magistral! Graças a direção incrível de Roman Polansk. Foi o primeiro filme de terror com temática satânica que existiu, que serviu de inspiração para outros que vieram depois, tem muito mais suspense que terror , Um filme de 55 anos mas que envelheceu muito bem!
Eloa Vitoria rosa
Eloa Vitoria rosa

7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2026
Este filme é um SHOW A PARTE, o início com a melodia doce cria uma aura calma e gentil e é incrível como o o filme termina com a mesma melodia só que agora com uma aura tenebrosa e assustadora. Um clássico a temporal
André Luis Guimarães Dias
André Luis Guimarães Dias

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de abril de 2025
Dei uma estrela porque não existe outra opção de não dar nenhuma estrela , filme e péssimo , muita enrolação, muito diálogos noveleiros , e nada de terror , nenhum suspense, parece uma novela mexicana o enredo , fuja dessa bomba , só vi pelos elogios dos comentários , não recomendo
Thais Fernanda Oliveira
Thais Fernanda Oliveira

24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de setembro de 2024
Clássico de 1968. Eu gosto muito desse filme, é excelente, com um belo roteiro que te prende do início ao fim. Simplesmente maravilhoso.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 267 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2024
Uma obra prima do terror. Um filme perturbador e sutil de Roman Polanski. Um dos pioneiros do terror psicológico o filme estimula a imaginação. Atuações brilhantes de Mia Farrow como Rosemary e Jonh Cassavetes como seu marido. A trilha sonora é impecável e combina com o filme.
Mike Martin
Mike Martin

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2024
O Bebê de Rosemary é amplamente considerado um dos maiores filmes de terror já feitos. Lançado em 1968, em um período de fortes valores conservadores e religiosos, o filme rompeu barreiras ao explorar temas como satanismo, paranoia e a subversão da maternidade. Roman Polanski, adaptando o romance de Ira Levin, trouxe à tela uma história que confronta diretamente as convenções da época, discutindo o medo do desconhecido e a perda de controle sobre o próprio corpo, especialmente para as mulheres.

A produção também é cercada por uma atmosfera sombria. O edifício Dakota, em Nova York, onde parte do filme foi filmada, já tinha sua própria reputação misteriosa e mais tarde seria o local do assassinato de John Lennon. Além disso, o brutal assassinato de Sharon Tate, esposa de Polanski (grávida de oito meses) em 1969 pela seita de Charles Manson, gerou um impacto que intensificou a sensação de que uma espécie de maldição envolvia o filme. A conexão entre ficção e realidade tornou O Bebê de Rosemary ainda mais perturbador e emblemático.

Na construção narrativa, o filme se destaca por seu terror psicológico, em vez de sustos fáceis ou cenas explícitas. Polanski mantém o espectador em constante tensão, explorando a deterioração mental de Rosemary à medida que ela se torna cada vez mais isolada e paranoica, convencida de que há uma conspiração em torno de sua gravidez. A interpretação de Mia Farrow é essencial para a eficácia do filme. Sua vulnerabilidade e transformação são centrais para a trama, e o público é levado a questionar constantemente a realidade dos eventos.

A ambiguidade é um dos principais pontos fortes do filme. Polanski nunca entrega uma resposta definitiva, deixando em aberto se tudo o que acontece é fruto da imaginação de Rosemary ou se, de fato, ela está envolvida em uma conspiração satânica. Essa incerteza amplifica a tensão e faz com que o público se sinta tão impotente quanto a protagonista. O uso sutil de som e imagens, spoiler: incluindo a icônica cena final do berço
, onde o terror é mais sugerido do que mostrado, é um exemplo perfeito de como o filme manipula a percepção do espectador.

Até hoje, o filme provoca debates e continua sendo relevante por tocar em temas que ainda ressoam. É um clássico que vai além dos sustos, oferecendo uma experiência psicológica intensa e perturbadora, que desafia o público a questionar a realidade e os limites do horror. O impacto cultural e cinematográfico do filme segue vivo, fazendo dele um marco do cinema e uma obra indispensável para quem aprecia o gênero.
Gabriel Lorenzo Ferro
Gabriel Lorenzo Ferro

2 seguidores 90 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de agosto de 2024
Se você gosta de filmes de terror antigo, esse filme é pra você, pois apesar de ser velho, esse filme tem um roteiro tão bom que chega a ser atemporal, o terror psicológico é muito bem feito, e o jeito que o filme nos conecta com a personagem principal, pra nos sentirmos no lugar dela, e desconfiar cad hora de alguém diferente, é realmente impressionante.
MURI
MURI

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2024
Vi cada gente reclamando do filme pois querem filmes que liberam dopamina a toda cena. Os mesmos que dizem que esse filme não é uma obra prima, são os mesmos que falam que "tudo em todo lugar" é um dos maiores filmes já feito. O pessoal não consegue entender que isso não é um terror, pelo menos não pra dar sustos, vem com uma expectativa sendo que é apenas um terror psicológico e com uma boa construção de tensão. Cinéfilo padrão não aguenta nem assistir poderoso chefão Kkkkkkkk magina assistir as obras do Scorsese.
FabioBiz
FabioBiz

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de março de 2024
Um clássico e que serviu de inspirações aos demais filmes com a mesma temática, obra prima de terror de Roman Polanski e assim como outros filmes do gênero (A Profecia, O Exorcista e Poltergeist) também rodeado de maldições, como o fato de Mia Farrow se separando de Frank Sinatra durante o filme, o assassinato da atriz e mulher do diretor por Charles Manson e seus seguidores, a morte estranha do compositor da trilha sonora do filme Krzysztof Komeda e o fato do Edificio Dakota onde foi filmado o filme ter sido 13 anos depois o local do assassinato de John Lennon por um "fã". O Filme é lento no começo de sua jornada mas vai progredindo e criando um ambiente mais hostil, claustrofóbico e aterrorizante com personagens que oscilam entre ingênuos e amedrontadores. Uma bela direção de Polanski. Roteiro baseado no livro de mesmo nome de Ira Levin.

spoiler: Como nem tudo é elogios, também há defeitos no filme que irei mencioná-los. O Final apesar de moralmente aceito, merece um ponto a se debater: O que você faria no lugar de Rosemary? Aceitaria passivamente como a personagem aceitou a ser mãe do filho do diabo mesmo tendo seus preceitos cristão ou lutaria contra o complô nem que para isso tivesse que perder a própria vida? Apesar de subentendido na trama, não fica claro pq Theresa Gionoffrio se "suicidou" ou se ela foi assassinada. Seria ela a opção numero 1 dos Castevet a dar a luz ao filho do diabo já que teoricamente diferente de Rosemary ela não tinha parentes próximos, nem amigos e era viciada? A Ingenuidade de Rosemary (Mia Farrow) durante o filme é cansativo, ela demora a perceber e fica a mercê das gororobas alimentícias de Minnie e aceita passivamente sem ao menos saber o que seria "raiz de tannis", escolhe ficar no apartamento mesmo sabendo de todo o passado obscuro, medicações que causam efeitos colaterais fortes só parando de tomar na reta final do filme, muda de médico sem motivo por causa da opinião do casal vizinho bisbilhoteiro, sofre com fortes dores e demora para reagir e o fato de estar quase ganhando a criança e ainda não saber o sexo do bebê ficando indecisa quanto ao nome. Doctor Hill passou a fazer parte do complô ou foi ingênuo acreditando que Rosemary estaria enlouquecendo? Alguns outros fatos: William Castle produtor do filme aparece brevemente na cena da cabine telefônica, Mia Farrow comeu fígado cru em uma cena do filme, apesar de ser vegetariana na época, Mia Farrow é quem canta a trilha sonora de abertura do filme, Rosemary diz a Terry Gionoffrio na lavanderia: “Achei que você fosse Victoria Vetri, a atriz”, ao que Terry responde: “Todo mundo diz isso, mas não vejo a semelhança”. Victoria Vetri é o nome verdadeiro de Angela Dorian, a própria Terry. Os dois potes de mousse de chocolate têm coberturas diferentes, supostamente para que Guy garanta que Rosemary pegue aquele com "gosto de giz". O Filme tem uma sequência que se chama Veja o que Aconteceu ao Bebê de Rosemary (1976), mas é péssima. Este filme, junto com Repulsa ao Sexo (1965) e O Inquilino (1976), forma a trilogia do apartamento, de Roman Polanski. O Bebê nasce em Junho de 1966 (6-66), ao passo que o Ano 1 (Mencionado por Roman Castevet após saber da gravidez de Rosemary) seria um prenúncio/indício de que o filho que ela dará a luz é o filho do capeta.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 220 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2023
O BEBÊ DE ROSEMARY comprova que quanto menos mirabolante e mais comum a história, mais assustadora ela se torna se estiver em mãos de profissionais competentes. Um marido em crise profissional que não quer ser pai e que de repente engravida a esposa; uma carreira de ator fracassada que de uma hora para outra parece entrar em progresso;, um casal de velhinhos intrometido e exageradamente atencioso como vizinho que se preocupa mais com a gravidez da esposa do que o próprio marido e futuro pai; uma gestação com dores incomuns e um pré-natal heterodoxo com o melhor, mais famoso e mais caro obstetra do pedaço...Será que estamos diante de fatos ou de delírios de uma mulher entediada e estressada com a falta de futuro de seu casamento? Quem diria que por trás de tanta banalidade se esconde o maior filme de terror de todos os tempos!!!??????
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