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Gif B3lly
1 crítica
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0,5
Enviada em 25 de julho de 2025
MANO QUE MERDA, esse foi o primeiro ee único filme que me deixou com vontade de vomitar, SÓ QUEM GOSTA DESSA VIRGÍNIA É PEDÓFILO, se você gosta enfia esses seus fetiches no cu e sai voando, isso não é filme de gente,nem o demônio fez um filme tão ruim assim, MEU PROFESSOR QUE ME RECOMENDOU ESSA MERDA E DISSE QUE ERA BOM, AGORA EU TO COM MEDO.
Acabei de ver o filme, e estou chocado com os comentários, filme inovador com atuação medianas, quem fala que o amor entre uma criança e um homem adulto é envolvente ou sensual ou erótico é definitivamente um sexualizado de menores, de vdd filme doentio e confuso, quem acha esse filme uma obra prima é doente mental.
Achei o filme nojento, só em pensar me dar náuseas, a menina esquisita sem graca, um putinha mirim,sem modos , um homem velho patético...deveria ser proibido pedofilia até, mesmo nas telinhas...inimaginável
Deve ser horrível a sensação de vc amar alguém, e a mesma não te amar , como eu nunca passei por isso , pois nunca namorei , cheguei a cair em lágrimas imaginando , muito pelas músicas toops que ajudam nesse clima , como nas atuações perfeitas dos atores , um show de desempenho, uma história muito legal , a não ser pelo fato de ser menor de idade , o que não se pode deixar levar por sentimentos como esse , mas na fase adulta deve ser sofrido gostar de alguém e ela gostar de outro , tooop
Não entendo como algumas pessoas tentam descredibilizar o filme pelo simples fato dele ter sido narrado pelo próprio Humbert, como se ele fantasiasse tudo na cabeça dele, e nada daquilo que foi relatado fosse real, eu interpretei isso de uma outra forma, na minha visão a Lolita é uma garota hiper sexualizada, ela tinha um comportamento que não condizia com sua idade, já o professor Hubert, não há muito o que desvendar, ele é de fato um pedófilo, e o fato dele realmente amar a dolores genuinamente, não o exime de forma alguma sobre a gravidade de seu atos.
Bom filme. Toca um assunto polêmico, mas que não pode ser ignorado pela sociedade, que é o caso de adultos que desejam adolescentes e crianças e de predadores sexuais de infantes. Boas atuações. Boa trilha sonora, bem a cara de Enio Morricone.
O filme peca por recriar a história a favor de um pedófilo e culpando a vítima, que é uma criança. "A atriz Dominique Swain, que interpreta Dolores, tinha 17 anos quando realizou o filme. O corpo adolescente de Swain disfarça a pedofilia de Humbert, tornando menos ofensiva ao público a atração física pela garota. A câmera desliza pelo corpo da atriz, convidando a gente para apreciá-lo da mesma forma que Humbert. O espectador é cúmplice do pedófilo." "O Humbert fílmico é um homem passivo, impotente e inconsciente de suas ações. Os encontros com Dolores parecem acidentais, e não orquestrados por uma mente obcecada e inquieta. A tentativa de drogar Lolita para estuprá-la no hotel The Enchant Hunters, presente no livro, é eliminada no filme. Diante do “poder de sedução” da menina Haze, Humbert é incapaz de qualquer resistência. É a garota de 12 anos que manipula o homem de 40, uma inversão de papéis que soa absurda. A violação de Lolita, portanto, não é apenas perdoável como inevitável. É a reprodução do discurso do homem que não pode controlar seus desejos e mulheres e os mais vulneráveis é que sofrem as consequências de um adulto desequilibrado e doente.
Li o livro, e é impossível não comparar ambas as obras. O filme é envolvente, melancólico, sensual pela escolha dos atores da dupla protagonista e de como foram dirigidos. A atmosfera é de amor proibido.Tratando-se de um recorte do livro - apenas do encontro e do envolvimento do suposto " casal"- o cenário e a sequência de eventos são muito parecidos com a obra original. Porém, a última não oculta o passado e verdadeiras inclinações de Hupert, que está ciente mas tenta com má vontade suprimir, sua personalidade vitimista, discimulada e compulsiva. Também Lolita não é uma ninfeta como o filme tenta aparentar, praticamente moça e sedutora o que tira o "choque" da verdadeira relação dos protagonistas ( pedofilia claro), no livro é muito mais "criança" e inocente, e apesar de uma curiosidade sexual aqui ou ali - vê no Hupert uma figura de substituição paterna. Embora com certa fidelidade em eventos ambas as obras habitam em sentidos diferentes, cada um com seu atrativo.
Li o romance "Lolita" há mais de 40 anos. Recentemente, descobri essa pérola do cinema, que é o filme de 1997, baseado no romance de Validimir Nabokov. Jeremy Irons e Dominique Swain atuaram divinamente. Difícil saber quem se saiu melhor. São muitas as sensações dúbias. Às vezes, Lolita parece apenas uma menina inocente, sem noção do poder que exerce sobre Humbert e outros homens de meia idade. Em outras situações, parece que é uma menina maliciosa demais e que sabe muito bem o que está fazendo, apesar de ser uma adolescente. O mesmo ocorre com Humbert: é um pervertido, pedófilo, ou seu amor é real? No final do filme, é possível concluir quem é Humbert, realmente. Produção primorosa, trilha sonora eficiente, uma bela fotografia. O filme prende do início ao fim e é uma obra de arte.
Faz tempo q vi, vou acreditar q ainda daria 4,5. Jeremy está sen-sa-cio-nal. Todos os atores estão sensacionais. Não é brinquedo levar pro cinema uma OBRA-PRIMA de um GÊNIO da literatura, e, pior, cuja genialidade não está em roteiros complexos e sim na habilidade da comunicação textual. Como adaptar pro cinema uma excelência q está na semântica e não nos eventos nem nos diálogos? Nem assista a primeira versão, de 1962, q é um desastre de ruim. Essa versão de Adrian Lyne está enfeitiçante. Estória à parte, inclusive, se foi cópia de uma história real, como acusaram Nabokov na época, a arte aqui está no domínio raro da sensibilidade escrita e, no caso do filme, na sinestesia das cenas.
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