Que filme incrível para ver com a família! Realmente me surpreendeu…. Se está procurando algo para assistir naquela sessão da tarde com as crianças, acabou de encontrar!
IF é aquele filme que chama atenção, porém você não dá nada para o filme, mas não tinha como ser nada menos que impressionante com a direção de John Krasinski, que mais uma vez nos traz uma história envolvente. Seguindo uma pegada que geralmente vemos mais em animações, ele conta uma história que vai pegar muito as crianças pelas criaturas lúdicas que traz, porém muitos adultos vão se pegar emocionados e conectados ao filme de uma forma inexplicável. Vários momentos em que você pode se identificar com a personagem, que só tem 12 anos, porém com uma vivência bem complexa para sua idade, não querendo ser vista como uma criança, Bea enfrenta problemas que os adultos costumam viver mais em seu dia a dia, mas a forma que John trata toda essa narrativa é incrivelmente mágica. Acredito que seja um filme que todos adultos deveriam ver pelo menos uma vez para sentir essa conexão que, as vezes, acabamos perdendo com nossa criança interior conforme vamos crescendo e tendo responsabilidades.
O filme conta com um elenco de peso que, à primeira vista, promete uma experiência marcante. Foi justamente o que me atraiu para assisti-lo, mas, infelizmente, ele não conseguiu atender às minhas expectativas. A trama não me cativou, e, para o meu gosto, tornou-se insuportável de acompanhar. Apesar do talento dos atores envolvidos, a execução deixou muito a desejar, tornando a experiência frustrante e difícil de recomendar.
Comovente e visualmente impressionante, mas um pouco previsível em sua abordagem. Amigos Imaginários, escrito e dirigido por John Krasinski, mistura comédia e drama de forma emocionante, abordando o luto e o esquecimento de amigos imaginários. A história segue Bea (Cailey Fleming), uma adolescente que, após a morte de sua mãe, encontra consolo em Azul (voz de Steve Carell), um amigo imaginário gigantesco que só ela pode ver. Junto de Cal (Ryan Reynolds), Bea embarca em uma missão para fazer com que outros ex-amigos imaginários sejam vistos novamente, resgatando memórias de infância e afetos esquecidos.
O filme é, sem dúvida, melancólico, especialmente ao explorar o luto e a perda, mas o que o torna cativante é a qualidade dos efeitos especiais, que são excepcionais, lembrando o estilo de Monstros S.A.. A química entre o elenco, com destaque para Ryan Reynolds, o carisma de Krasinski e a jovem promessa Cailey Fleming, torna a jornada emocional ainda mais envolvente. O filme pode ser previsível em alguns aspectos, mas sua sensibilidade e os temas universais que aborda tornam-no uma experiência cinematográfica tocante.
Ritmo lento, piadas sem graça, personagens sem carisma, urso assustador, falta de verossimilhança, trama muitas vezes sem sentido, Ryan Reinolds canastrão tentando desesperadamente fazer o filme funcionar, personagens mau idealizados
O primeiro ato é um pouco arrastado deixando o filme um pouco chatinho, mas o ato final salva melhorando bastante e trazendo uma conclusão bastante satisfatória. O filme também parece pouco indeciso em qual público busca alcançar, pois se um lado é bem lúdico, no outro traz uma carga dramática bem grande pouco incompatível para crianças digerirem. Elenco carismático, bons efeitos especiais e bem comovente. Achei bem legal
Depois de assistir quase dez vezes com minha filha de 5 anos, começo analisar muitas coisas no filme. Primeiro, é um filme triste, melancólico, até um pouco antigo, mas extremamente cativante. Uma história de superação ou não superação de perda. Tendo que retornar ao hospital onde sua mãe esteve internada e faleceu, agora para seu pai passar por uma cirurgia, “Bê” busca uma fuga para sua dor em sua imaginação. Seu pai sempre brincalhão pede para ela tentar se divertir e dentro de sua mente ele vive sua história de outra forma, recria os cenários e cria sua própria história. Até o local onde ela vai para conhecer os outros “Migs”, relembra o hospital onde ela assou e passa muito tempo. Claro que desejamos fazer colocações e alterações ao nosso ponto de vista, gostaria de ver mais cenas com o pai e a vó, mas ficamos feliz pelo final e até gostaríamos de imaginar um filme de continuação.
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