Caramba eu via tanta gente falar bem desse filme. Resolvi dar uma chance e MEU DEUS! Duas horas da minha vida que jamais recuperarei. Horrível. O filme fica te prometendo que vai acontecer algo e nada acontece. O protagonista morre de forma que nem vimos. O fim parece que o diretor não soube como fazer. Sinceramente já vi muito filme ruim mas igual esse é a primeira vez. Foi tão revoltante que tive que criar uma conta aqui nesse site só pra falar o quão decepcionado fiquei. Uma estrela vou dar porque não tem a opção de deixar zero.
Apesar de ser um filme que várias pessoas tinham me indicado. Eu achei o filme muito confuso, a história não tem muito nexo e acredito que não seja a atuação por que os atores são feras do cinema. Mais poder ser o o roteiro que é muito fraco.
Filmaço de faroeste que mistura suspense, filosofia e crítica social. Merecidas as categorias ganhas no Oscar. Javier Bardem com uma incrível atuação no papel de Anton Chigurh (Beiçola kk).
Sobre a moeda:
spoiler: simboliza a vida e a morte, e que muitas vezes dependem de sorte e não de justiça
Desfecho final:
spoiler: É que não existe final feliz: o mal (Chigurh) continua livre e a justiça nunca alcança todos. O Xerife, velho, cansado e desiludido, se aposenta, admitindo que não consegue mais lidar com tamanha violência.
Onde os Fracos Não Têm Vez entrega atuações impecáveis, mas peca em empolgar. Criei grandes expectativas e acabei decepcionado com um enredo que, apesar de promissor no início, se desenvolve de forma fria e pouco envolvente. Faltou impacto e tensão para sustentar o prestígio que o filme carrega. Não sei como esse filme conseguiu ser premiado.
sacrificaram o ritmo e a intelegibilidade do filme pelas causas demasiadamente providenciais e pelos diálogos, embora tensos, enfadonhos. o filme começa bem, porém evolui de maneira desesperançosa pra todos, tanto para os personagens quanto para o telespectador.
disponível grátis no MercadoPlay, o filme é tenso sombrio e reflexivo que explora a natureza da violência e a perda da inocência num mundo em transformação, tem um ritmo deliberado, longos silêncios, grande sensação de tensão e perigo e com a ausência de música cria uma atmosfera crua e realista, a direção mistura humor negro e muita violência, a atuação de Javier Bardem é icônica e aterrorizante ao mesmo tempo, que testa suas vítimas antes de mata-las. Obra prima
Onde os fracos não têm vez foi dirigido pela dupla de irmãos Joel e Ethan Coen e contou com o roteiro de ambos e de Cormac McCarthy. O filme recebeu 8 indicações ao oscar de 2008: melhor mixagem de som, melhor montagem, melhor edição de som, melhor fotografia, melhor filme, melhor direção melhor roteiro adaptado e melhor ator coadjuvante (Javier Bardem). (vencendo as últimas 4 categorias citadas). O filme conta a história de Llewelyn Moss (Josh Brolin) que encontra vestígio de uma venda de drogas, enquanto caçava e acaba levando todo o dinheiro encontrado. O caçador acaba se transformando em caça, pois além do quartel mexicano atrás dele, tem o xerife Ed tom (Tommy Lee Jones) e um impiedoso assassino Chigurh (Javier Bardem). A direção oferece uma boa sacada para o gênero faroeste, colocando um anti-herói como protagonista. Além disso, caracterizado de uma forma bem atípica. Vale já ressaltar a incrível interpretação de Javier Bardem de um psicopata a sangue frio, fora a sua soberba e sua completa loucura. Um ponto curioso do filme é que nenhum dos seus personagens apresenta uma historicidade. Isto é, não sabemos nem o seu passado e nem seus planos para o futuro. Tornando o tempo no filme um só. Além da paisagem excepcional, o filme oferece uma boa mixagem de som, onde é possível sentir ouvindo a respiração dos personagens e seus passos, gerando um suspense maior. O filme talvez tenha esfriado um pouco no quesito suspense, em seu terceiro ato com a decisão não equivocada, mas fria de matar um dos personagens principais. Parecendo que os diretores simplesmente brincaram com toda as expectativas que criamos em cima deles. Mas a mensagem final do filme é consolidada, e não é tão otimista. Afinal, o mal segue adiante, ele se prevalece e sempre se renova. Os fracos realmente não têm vez nesse terreno duro.
"Onde os Fracos Não Têm Vez", dirigido pelos irmãos Coen, é um marco cinematográfico que redefine os limites do cinema contemporâneo. Vencedor do Oscar de Melhor Filme, esta obra-prima é uma aula de direção, roteiro e interpretação, com uma narrativa implacável que prende o espectador do início ao fim.
A trama, ambientada no árido oeste texano, é uma combinação perfeita de tensão e brutalidade, explorando temas profundos como o acaso, a moralidade e a violência inevitável. A escolha dos Coen por diálogos precisos, longos silêncios e uma trilha sonora quase inexistente cria uma atmosfera opressiva, onde cada cena carrega um peso psicológico esmagador.
Entre os muitos elementos brilhantes do filme, o maior destaque é Javier Bardem no papel de Anton Chigurh. Sua interpretação é, sem exageros, uma das mais assustadoras e fascinantes da história do cinema. Bardem encarna Chigurh com uma frieza e uma imprevisibilidade que transcendem o arquétipo de vilão. Cada palavra, cada gesto e cada olhar de Chigurh são carregados de uma ameaça quase palpável, tornando-o uma figura icônica e aterrorizante.
O corte de cabelo peculiar e o ar de impassibilidade de Bardem, combinados com sua entrega impecável, transformam Chigurh em uma força da natureza — um símbolo do caos e da inevitabilidade da morte. Sua presença domina a tela e deixa uma marca indelével no espectador. Não é à toa que Bardem foi premiado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, uma conquista absolutamente merecida.
"Onde os Fracos Não Têm Vez" é um filme que desafia convenções, recusando-se a oferecer respostas fáceis ou finais reconfortantes. É uma obra que recompensa aqueles que apreciam o cinema em sua forma mais pura e artística. A vitória do Oscar de Melhor Filme não foi apenas merecida, foi inevitável — assim como a força implacável que o filme retrata. Um triunfo dos irmãos Coen e um testamento ao talento inesgotável de Javier Bardem.
Filme que tem Fotografia incrível, com ótima atuação dos atores. Retrata uma sociedade disponível a sociopatas e como estes reagem quando seus interesses entram em conflito.
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