Bridget Jones: No Limite da Razão
Média
4,0
1101 notas

15 Críticas do usuário

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3 críticas
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Karen Natasha
Karen Natasha

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2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Elenco bom e boa trilha sonora novamente, mas ainda não acho esse filme engraçado ou mt cativante,pra fama que tem.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

16 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de outubro de 2022
Quatro anos para uma sequência,meio Infantil e arrastada onde elementos do primeiro repetem sem dar nada criativo ou novo nessa sem graça "Comédia Romãntica" e sua apelativa trilha sonora final.
Hell C
Hell C

23 seguidores 143 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2021
Clássico, que só vim assistir agora, depois de muitos anos, típica comédia romântica americana, que a gente nunca se cansa de assistir.
Tá no Arts
Tá no Arts

3 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de janeiro de 2020
Achei cansativo, parado demais, morno, bem morno. É difícil até de escrever a crítica, meio que o filme não desenrola..
Lucas M.
Lucas M.

7 seguidores 33 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de março de 2020
“O diário de Bridget Jones” merecia sequência melhor! As personagens poderiam ter sido melhores exploraras e não ficaram tão superficiais como ficaram.
Lua d
Lua d

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2019
Me identifiquei. Personagem muito cômica. Deixou o filme muito leve... Um ótimo "comfort movie", ideal para aquele coração apaixonado, ou até mesmo os quebrados "rsrs".
Marina L.
Marina L.

11 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de novembro de 2014
A cena da Cadeia em Taiwan, onde todas começam a cantar "like a virgin" é épica!
Maria B.
Maria B.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2014
ola bridget, para mim vc sempre será a bridget,amei esse filme te acho linda sensual uma atriz muito carismatica beijos
Kamila A.
Kamila A.

7.928 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2013
“Bridget Jones – No Limite da Razão”, a – então – tão aguardada seqüência de “O Diário de Bridget Jones”, começa a sua história seis semanas depois do término do primeiro filme. Neste meio tempo, pouca coisa mudou na vida de Bridget (Renée Zellweger): ela continua a ser repórter numa emissora de TV, ela continua a fazer reportagens de pautas ridículas, ela continua a lidar com a estranha família e seu grupo de amigos e ela continua acima do peso, fumando e fazendo seus planos. Talvez a maior mudança na vida de Bridget foi a entrada de um homem nela. Bridget vem desfrutando de um belo romance com o advogado de direitos humanos – ela faz questão de frisar isso – Mark Darcy (o charmoso Colin Firth). Os dois não se desgrudam, se amam e vão se envolvendo cada vez mais seriamente um com o outro.

Porém, Bridget não seria ela mesma se ela não estivesse passando por um grande conflito. No primeiro filme, ela lidava com a pressão de conseguir um relacionamento. Já no segundo, Bridget lida com a pressão de estar em um relacionamento e com a obrigação de lidar com as responsabilidades advindas dele (os planos a dois e as possibilidades de um casamento e/ou gravidez). Bridget acredita que não está à altura de Darcy e seu ambiente fino de advogado e se sente ameaçada por isto e pela relação que ele possui com a bela Rebecca (Jacinda Barrett).

O que ela precisa, na verdade, é de um tempo para organizar as ideias, bem como melhorar a sua auto-estima. É isso que ela fará quando o chefe dela a promove e a coloca no seu próprio programa de televisão (um guia de turismo). O co-apresentador dela é alguém conhecido, Daniel Cleaver (Hugh Grant, perfeito no papel de cafajeste), seu ex-namorado. Bridget e Daniel irão juntos para a Tailândia, país no qual Bridget tentará resistir aos encantos do ex-caso e no qual ela ficará presa depois de um mal-entendido no aeroporto.

“Bridget Jones – No Limite da Razão” segue a linha do primeiro filme da balzaquiana inglesa: mostra Bridget dividida entre os dois homens de sua vida (Daniel e Mark) e tentando dar um rumo à sua existência. O filme ganha força na excelente interação do elenco e no carisma da personagem que dá nome aos dois longas: uma mulher que erra e aprende com suas falhas, que não tem medo de parecer ridícula e que, principalmente, ri de si mesma e não se leva muito a sério.
Cilania
Cilania

324 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Adoro esses filmes!!!!
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