Clássico do escritor Isaac Asimov, apesar de críticas o filme foi bom na história , ação e trilha sonora, filme mostra os perigos da tecnologia, inteligência artificial.
Um filme que carrega uma atuação leve, que contracena com o grande paradigma da Robótica, robôs criados a imagem do homem podem violar as três leis? Diferente de outros filmes do gênero, o filme troca de protagonismo durante vários momentos, algumas cenas quem comanda é Will Smith, em outros o robô MS-5 Sonny (um simpático androide), tem um balanço agradável. Will Smith é um grande ator, aqui vemos um filme saindo do seu campo natural associado aos sitcoms e bom humor, botando sua desenvoltura toda em um gênero de ficção, talvez uma das grandes obras da sua carreira. A história sofre uma forte mudança no final. A temática central é debater o confronto lógico das decisões de um robô e a capacidade de o mesmo desenvolver um elevado nível de arbítrio. Novamente a grande mensagem que fica no final é o perigo dos humanos deixar um tremendo poder de inteligência artificial ser concentrado em um único computador (Viki), teríamos Skynet em Exterminador do Futuro, teríamos outros nomes em variados filmes. Elogios as cenas gráficas bem feitas, e sem saturação de efeitos especiais, presença de marcas patrocinando como Audi com seu R8 esporte e a JVC.
Com uma polêmica roupagem "marvelesca" ao conto de Isaac Asimov. "Eu, robô" ao mesmo tempo que causa frescor também irá causar um artificialismo na boca, mais de facto: Os efeito especiais e o carisma de Will Smith fazem o filme valer a pena.
A primeira vista parece um filme bem comum e meramente comercial, mas não é bem assim.
Esse filme é o típico filme que quer agradar dois públicos, o menos exigente e que quer ver só ação, tecnologia e tiros, e o público que gosta de ler nas entrelinhas, que gosta de sacar a profundidade da coisa. Outro filme que faz bem isso é Matrix.
O ponto chave do filme é o policial Spooner (Will Smith), é o ponto de vista dele que torna o filme magnífico. Imagine tu seres o único cara racional do mundo, você vê que vai dar merda, mas só você vê. Nesse contexto o mundo todo acha que você está errado, contudo você sabe que está CERTO. Você está só, precisa de apoio, mas não acha. Em resumo, você é o Certo (realidade), mas você é o louco (visão das pessoas).
As atuações são boas, a trama é bem amarradinha. O filme é cheio de clichês, bons e ruins. Um clichê horrível é a cena que ele larga a moto para atirar, outro é quando a Dr. Susan (Bridget Moynahan) atira de olhos cerrados. Mas existem uns clichês agradáveis, como quando o Chefe de Polícia John (Chi McBride) dá uns tecos em câmera lenta de calibre doze.
Filmaço, mais um dos ótimos filmes com Will Smith de protagonista, Eu Robô nos trás uma ficção com uma possibilidade real de um robô ganhar inteligência própria, não da pra duvidar disso no futuro.
Wil Smith em ação em talvez em uma de suas melhores atuações, consciente e são em cenas importantes de um dos filmes ótimo do gênero. Eu, Robô é visualmente bem feito e bonito, Roteiro muito bom e tem seus três atos de muita boa qualidade, Elenco está ativo e seu protagonista já foi falado. Parte técnica fantástica, com ótimos enquadramentos, a fotografia poderia ter sido melhor, pelo grande potencial que tem, mas mesmo assim é bom. É um filme marcante.
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