Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Tatinha
3 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
Achei bem divertido, crítico e fácil de compreender. Não se vale de um discurso pretensioso, é simples e dinâmico trazendo ainda mais verdade aos seus pontos.
Foi um dos piores filmes que já assisti. Dividido em 3 partes. A cada uma eu achava que o filme iria melhorar, mas não só piorarva. Foi o final mais esquisito que eu já assisti. Alguém sabe me esclarecer como aquele elevador foi parar naquela ilha? Apesar da crítica social, não vale a pena. Perda de tempo.
Uma boa crítica, mas sua lentidão e desorganização do roteiro em algumas partes, fizeram perder o sentido. Não gostei tanto da fotografia e da escolha dos atores. Além do final não fazer sentido
Duas horas e meia de inutilidade, filme lento, escatológico, irreal, apesar de o autor querer lacrar na disputa entre ricos e pobres. Para mim , perda de tempo . Bizarro
"Sátira ousada e desconfortável, mas cativante, que critica desigualdades e fragilidades humanas com precisão." Um modelo em decadência e sua namorada influencer embarcam em um cruzeiro luxuoso, onde tensões de classe e dinâmicas sociais são expostas em uma sátira ácida e desconfortável. Ruben Östlund cria, em Triângulo da Tristeza, um microcosmo de nossa sociedade repleto de hipocrisia, consumismo e desigualdades. Em um estilo que combina humor ácido e desconforto, o cineasta satiriza a fragilidade das elites ao explorar espaços simbólicos – da moda ao luxo de um cruzeiro – para expor personagens presos a papéis sociais, como o oligarca, o influenciador e a trabalhadora invisível. Destaque para a cena do jantar em mar revolto, uma metáfora grotesca e brilhante da instabilidade das estruturas sociais. A reviravolta no último ato, que redefine as posições de poder, questiona meritocracia e privilégios. Östlund mostra, sem sutileza, a patética complexidade humana.
Filmaço. Uma sátira muito bem humorada da vida cotidiana entre ricos e pobres. Você não vai ver uma aventura de pessoas tentando sobreviver numa ilha deserta. Não é um filme com ação, mas exposição de como lidamos com nosso ego e fragilidade. Minha solidariedade a audiência deste site que parece não ter compreendido o final do filme. Explico: spoiler: Abigail estava experimentando algo que nunca teve na vida; o poder. Voltar à realidade significava abrir mão do comando e voltar a ser a faxineira que ninguém costuma dar muita bola.
O casal de modelos Yaya (Dean) e Carl (Dickinson) tem um momento de forte tensão, após Yaya não parecer ter dinheiro o suficiente para pagar o sofisticado restaurante ao qual convidara o namorado, mesmo ganhando mais que ele. Após uma explosiva discussão no hotel, o casal volta a se encontrar no quarto de hotel tempos depois, e Yaya admite saber que não tinha dinheiro o suficiente para pagar o jantar, mas que fora um teste para caso ela venha a engravidar e se afastar do mundo da moda. Como Yaya é também influencer, ambos conseguem passagens em um iate de luxo, no qual convivem com figuras como o empresário do Leste Europeu que diz vender merda (adubo), Dimitry (Buric), o casal que vende armamentos bélicos Winston (Davies) e Therese (Berben), o milionário Jarmo (Dorsin), a mulher de Dimity, Vera (Melles) e a vítima de um derrame Clementine. mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/12/filme-do-dia-triangulo-da-tristeza-2022.html
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade