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Diogo Codiceira
24 seguidores
851 críticas
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3,5
Enviada em 23 de janeiro de 2026
Colossal é um filme de drama/ficção científica que contou com a direção e roteiro de Nacho Vigalondo. Na trama, acompanhamos Gloria (Anne Hathaway) que percebe que está ligada à uma criatura gigantesca que surge destruindo a cidade de Seul. Logo, Gloria percebe que as suas atitudes ou falta delas podem comprometer o destino de várias pessoas e talvez do mundo todo. Por de simbolismos e da metáfora do monstro que sai destruindo a cidade da Coreia, Vigalondo procura fazer do seu longa um filme fora da curva. Quem procura ver o filme e esperar um King Kong ou Godzilla vai sair decepcionado, pois a ideia central está em como nossas atitudes narcísicas podem afetar o outro. A principio vemos que Gloria é a personagem narcísica diante de um fim de relacionamento, alcolotra e sem nenhuma responsabilidade. Ao se enxergar como monstro, percebe que deve mudar, assume a sua responsabilidade e procura ser uma pessoa melhor. Por outro lado, o seu antigo amigo de escola Oscar (Jason Sudeikis) é quem se torna o narcisista. O filme toca na questão da independência feminina ao vemos personagens homens tão problemáticos enquanto a isso, a ponto de ficarmos empáticos pela protagonista. Por falar nisso Hathaway está muito boa em seu papel. O ponto mais baixo do filme é de abordar isso com superficialidade. Vigalondo se apoiou em bons simbolismo para desenvolver um tema muito bom, mas sua narrativa foi ficando esvaziada ao longo do filme.
Um filme fora da caixinha. Para quem gosta de monstro, porrada e destruição, estilo Godzila, irá se decepcionar com o filme. A proposta do filme é construir uma metáfora para mostrar como os nossos monstros ou defeitos do nosso interior podem afetar a vida das pessoas em nossa volta (alcoolismo, narcisismo, etc). A partir do momento que se tem essa percepção, assistir o filme é um convite a uma reflexão sobre como os nossos defeitos e as nossas ações podem prejudicar seriamente aos que nos cercam, esmagando-os emocionalmente, assim como um réptil gigantesco pode esmagar muitas vidas em uma cidade.
No começo, eu vi tudo como uma metáfora. Eu acho que era mesmo. Gostei da proposta e das atuações, mas foi bem difícil entender qual era mensagem que o filme queria passar. Apesar de tudo, eu apoio qualquer proposta de filme independente.
Bem, após vários anos acabei de assistir Colossal para tentar entender por que este filme foi um fracasso de bilheteria tendo tantos elogios em alguns segmentos da crítica.
Anna é uma atriz estupenda e ajuda o filme a se salvar.
Porém o diretor usou... uma meia volta no universo para contar algo importante e psicologicamente atterrorizador. Isso acabou ficando esquisito e maçante ao longo do tempo, ainda que o final tenha sido igualmente interessante e decepcionante.
O filme pode ser chamado de interessante, diferente, com efeitos bem feitos. Mas COM CERTEZA não tem nada hilário como li por aí. Não há nada para se dar risada, pois o filme mais se assemelha a um drama com ficção científica, completamente original mas ao mesmo tempo estranho.
O filme também não honra as séries Tokusatsu como se esperaria, e eu poderia encerrar dizendo que um outro diretor quem sabe poderia ter pego esta história e feito algo muito melhor. Deu pra assistir até o fim? Deu... mas a cereja do bolo na última atitude dela no filme é triste.
Um filme desses você nao pode assistir querendo grandes explicações do motivo do monstro surgir. As outras historias que o cercam são ótimas. E o final é muito bacana. Deve ser visto por qualquer pessoa com mente aberta.
Na verdade o filme é apenas uma sátira de todo o nosso cotidiano.
Com olhar crítico nós podemos observar tais sátiras no decorrer da trama, como: o descaso das pessoas com catástrofes em outras localidades; amizades e relacionamentos abusivos; o excesso de álcool; entre outros assuntos inerentes ao nosso cotidiano.
Pois assim descrevo, porque se queres encontrar lógica no filme, sairá decepcionado!
Anne Hathaway é Gloria, desempregada e sem qualquer perspectiva para o futuro, ela resolve voltar para sua terra natal logo que perde o noivo, lá chegando, o passado volta à tona ao mesmo tempo que percebe ligação pessoal com um gigantesco monstro que surge atacando a capital de um país asiático. Cabe à desengonçada protagonista lidar com problemas muito maiores do que imaginado.
O roteiro do também diretor Nacho Vigalondo busca abordar, à sua maneira, mecanismos que tratam de alcoolismo, angústia, rebeldia entre outros, mas fragiliza sua história sem desenvolver bem tais elementos e cria metáforas muitas vezes confusas. O nonsense tenta ser a base narrativa, mas diálogos excessivamente longos não facilitam e causam mais cansaço do que diversão. Hathaway é o único destaque, embora praticamente não se exija muito de suas capacidades de atriz. Só vale para os curiosos em busca de algo atípico.
Bagunça total e desordenada de cenas com atuações sofríveis. Acredito que tenha mil maneiras mais interessantes de tratar de relacionamentos abusivos do que esse retratado. Um filme pra lá de ruim. Passe longe!
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