O Conto da Princesa Kaguya é um filme que tenta se destacar pela sua proposta artística única e pelo uso de uma animação que se afasta dos padrões convencionais, mas, para mim, não funcionou de forma alguma. Dou nota 2/5, pois, apesar de gostar muito de filmes japoneses e da rica cultura que eles transmitem, essa animação não conseguiu me envolver de jeito nenhum.
A história, baseada em um conto folclórico japonês, é intrigante, mas a execução é extremamente lenta e maçante. A proposta visual do filme, que utiliza um estilo de animação esboçado e simplificado, é um contraste grande com o que estamos acostumados em outras animações, e pode ser considerada uma escolha ousada, mas, pessoalmente, achei que a estética não ajudou a contar a história de maneira eficaz. Pelo contrário, deixou o filme ainda mais difícil de engolir.
O ritmo é arrastado, o que torna a experiência tediosa. Mesmo com uma história que, em teoria, poderia ser encantadora, a maneira como é contada parece desconectada e sem emoção. Embora o filme tente explorar temas profundos como amor, identidade e sacrifício, ele falha em transmitir esses sentimentos de maneira que realmente me tocasse. Em vez disso, senti uma distância enorme da trama e dos personagens.
É claro que a animação é uma obra do Studio Ghibli, um estúdio que normalmente produza filmes excepcionais, mas O Conto da Princesa Kaguya simplesmente não me convenceu. A falta de diálogo em muitas partes e o estilo artístico minimalista, embora inovador, não foram suficientes para me conectar com a história.
Em resumo, apesar de ser um filme respeitado por muitos, O Conto da Princesa Kaguya não é para mim. A história, o ritmo e o estilo visual não me agradaram, e, no final das contas, achei o filme enfadonho e difícil de acompanhar.
Eu sei que é um filme aclamado, mas não consegui me interessar. É um belo filme, que traz boas lições, isso não há como negar. Mas achei um pouco chato de assistir, acho que a dosagem entre humanidade e fantasia não encaixou muito no meu gosto.
Uma história lúdica, bem bonita e interessante , nos faz refletir sobre a verdadeira felicidade, como disse Francois Chateaubriand, “ A felicidade custa pouco, se for caro , não é de boa qualidade” , é todo baseado na cultura japonesa, o final deixou a desejar. Mas como é um conto creio que houve essa fidelidade. Fala também de sociedade e política. Um filme longo ,poderia ser mais curto, mas muito tocante e sensível.
Um filme belíssimo, daqueles que a gente carrega no coração. A delicadeza dos traços e da aquarela enchem os olhos enquanto trás uma bonita reflexão do que é ser humano.
O filme é uma obra de arte do início ao fim. O enredo baseado em um conto japonês que remete aos contos de fada, a delicadeza que permeia a relação entre as personagens, a sagacidade da protagonista driblando os pretendentes e, claro, o traço impecável do desenho! Merece destaque especial a cena da Kaguya sob a cerejeira, o encantamento e a solidão. Pura beleza!
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