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O Silêncio dos Inocentes é uma obra-prima que atravessou o tempo cada vez melhor. Com roteiro quase perfeito de Tad Tally, baseado em um bom livro de Thomas Harris, direção esplendorosa de Jonathan Demme, montagem, cenários (até hoje eu me sensibilizo com a abertura, elevada ao cubo com a magnífica trilha sonora de Howard Shore), fotografia de Tak Fujimoto, tudo compilado resulta em um filme épico no sentido máximo da sétima ...
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Lixo clássico. Fazer humor não significa fazer piada sem sentido , ou ainda que tenha, de tudo que se acha risível.
O programa que originou o filme é um compilado dos mais assíduos e nefastos clichês do subgênero. Lá estão a homofobia, a gordofobia e o racismo, fantasiados de crítica social. Tudo é rasteiro, desde direção de elenco, roteiro, montagem e balbúrdia sonora, resultando em um festival de tolices e equívocos.
O programa que originou o filme é um compilado dos mais assíduos e nefastos clichês do subgênero. Lá estão a homofobia, a gordofobia e o racismo, fantasiados de crítica social. Tudo é rasteiro, desde direção de elenco, roteiro, montagem e balbúrdia sonora, resultando em um festival de tolices e equívocos.
Pudesse daria -1, pois o filme não tem nada relevante, apenas um começo que poderia levar a algum conforto (nome do local onde se escondem os não canibais,), porém, ele é um tremendo lote estragado, que inclui má direção,, roteiro medíocre, elenco fraco, mesmo com nomes conhecidos. Um fiasco entediante.