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Qualquer obra que fale sobre Pelé tem, querendo ou não, um importante significado, não só para o futebol, mas também para o Brasil. O documentário em si, é bem produzido, bem contextualizado. Porém, poderia ter sido um pouco mais elaborado. Poderiam ter dado mais ênfase ao genial time do Santos FC das década de 60 e 70. Assim, como poderiam ter escutado jornalistas internacionais, e até mesmo, os fã ingleses que o Rei colecionava em ...
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É um documentário de São Paulino para São Paulino. É óbvio, que, torcedores de outros times não sintam a emoção e a sensibilidade que um Tricolor sente assistindo "Soberano - Seis Vezes São Paulo". Considero uma obra original. É extremamente interessante contar e detalhar os títulos brasileiros um por vezes, ainda mais com o auxílio dos grandes ídolos, como por exemplo: Waldir Peres, Raí, Muricy, Ceni e entre outras dezenas.
Tão bom quanto o primeiro, Soberano 2 narra de forma majestosa o Tricampeonato Mundial do São Paulo FC no Japão contra a equipe o Liverpool. E sinceramente, poderia escrever diversas coisas, mais prefiro acabar por aqui. O título do documentário já diz tudo e um pouco mais.
Filme engraçado e de boa capacidade humorística - típico do Nordeste - recomendável para assistir com a família sábado a noite, comendo pizza e bebendo aquele refrigerante geladinho.
O fechamento da saga da Famíla Corleone é bom, porém, poderia ser melhor e manter o nível de qualidade dos filmes anteriores. Al Pacino, pela milésima vez, tem uma atuação respeitadíssima e faz jus ao seu legado na sétima arte.
É obvio, que o melhor filme de todos os tempos teria uma continuação de altíssima qualidade. Francis Ford Coppola e Mario Puzo marcaram, uma vez mais, um golaço de placa nessa continuação genial de O Poderoso Chefão. Apesar de ser um filme longo e com uma dinâmica um pouco lenta - a franquia inteira é dessa forma - o roteiro é redondo e nos prende da melhor maneira possível.
Poucas obras artísticas tiveram capacidade de reunir tantos craques em um mesmo lugar. Nós, brasileiros, conseguimos essa proeza algumas centenas de vezes, principalmente em 1970, na Copa do Mundo do México. Os norte-americanos não ficam muito atrás, em 1972, Francis Ford Coppola agregou em um mesmo set: Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall e James Caan.
O roteiro é muito bem escrito, tanto que, alavancou ainda mais as grandes ...
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