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Bastardos Inglórios é mais um filme que aborda a Segunda Guerra Mundial e o Nazismo, porém, ao tratar menos de Hitler e mais do período e afins, deixa de ser apenas mais um filme com essa temática, tornando-se ímpar.
Possui uma considerável escala de atores com ótimas atuações, além dos já esperados diálogos bem construídos por Quentin Tarantino. Há ainda o clímax da obra, que permite ao público se envolver com a trama e criar apego com os personagens.
Como dito, o filme vai além da figura de Hitler, nos apresentando uma força militar que caça e mata nazistas, comandada pelo Tenente Aldo (Brad Pitt), um jovem nazista e herói de guerra, Frederick Zoller, uma moça fundamental para o desenrolar da trama, Shosanna (Mélaine Laurent), além do personagem mais memorável do filme, o Comandante Hans Landa (Christoph Waltz), que até recebeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Apesar de não ser fiel aos acontecimentos da Segunda Guerra, a história funciona muito bem e os elementos que o compõe, incluindo seus plot twists, fazem valer e muito a experiência. Infelizmente há um detalhe que poderia ser um pouco melhor explorado: os caçadores de nazistas, pois às vezes acabam figurando como alívio cômico, ao invés de cruéis, como se espera de um filme dirigido por Tarantino. Talvez a ideia fosse exatamente essa e não tenha compreendido, mas era um ponto que estava curioso para ver. Assim, minha análise final expõe:
NOTA: 99
Possui uma considerável escala de atores com ótimas atuações, além dos já esperados diálogos bem construídos por Quentin Tarantino. Há ainda o clímax da obra, que permite ao público se envolver com a trama e criar apego com os personagens.
Como dito, o filme vai além da figura de Hitler, nos apresentando uma força militar que caça e mata nazistas, comandada pelo Tenente Aldo (Brad Pitt), um jovem nazista e herói de guerra, Frederick Zoller, uma moça fundamental para o desenrolar da trama, Shosanna (Mélaine Laurent), além do personagem mais memorável do filme, o Comandante Hans Landa (Christoph Waltz), que até recebeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Apesar de não ser fiel aos acontecimentos da Segunda Guerra, a história funciona muito bem e os elementos que o compõe, incluindo seus plot twists, fazem valer e muito a experiência. Infelizmente há um detalhe que poderia ser um pouco melhor explorado: os caçadores de nazistas, pois às vezes acabam figurando como alívio cômico, ao invés de cruéis, como se espera de um filme dirigido por Tarantino. Talvez a ideia fosse exatamente essa e não tenha compreendido, mas era um ponto que estava curioso para ver. Assim, minha análise final expõe:
NOTA: 99