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Uma das coisas mais cansativas e chatas que já assisti é esse filme. Tentei por 8 vezes engatar uma assistida e nunca conseguia passar da luta da pochete: dormia! Até que consegui terminar e me arrependi de não ter dormido, de novo. Todo esse balauê em torno desse filme se explica muito quando lembro das cenas do O Ditador (Sacha Baron Cohen), em que um diplomata chinês prostituía a tudo e todos numa clara referência a como a China estava tomando Hollywood com a banalidade do dinheiro fácil, com a revolução cultural a todo vapor e com as aquisições de grandes estúdios por magnatas da China. Taí... o Progressismo é essa coisa: vende a alma nativa do orgulho pátrio pra lacrar de multicultural e virtuoso. Faz tanta concessão e bajulação, que quando se percebe, já perdeu o domínio sobre a própria casa. Hollywood acabou e não sabe. Esse filme e seus premiados retratam a estagnação da inteligência que se vestiu de diferente pra mostrar que poderia ser inovadora, quando poderia mesmo estar melhor se estivesse nua e crua. É daí pra pior.