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Na sequência do sucesso de 1996, embora sentindo muito a ausência do carismático Will Smith, o planeta Terra é, novamente, atacado pelos mesmos alienígenas que, dessa vez e como de resto, querem saquear nossos recursos naturais, em especial água e petróleo. Porém, dessa vez o roteiro foi mais longe e traz um diferencial importante, os alienígenas pretendem extrair nada menos que o próprio magma, aquela lama de fogo que fica no centro do planeta e que está na origem dos minerais e do universo orgânico e inorgânico, ou seja, sem ele o planeta morre, de verdade, por inteiro. A partir daí acontece uma série de situações que vai deixando a população desprotegida, enquanto os alienígenas destroem tudo que existe na China, mas por razões estranhas ao bom senso, poupam a Casa Branca, o que é bem diferente do primeiro filme no qual o alvo dos alienígenas eram os símbolos do sonho americano e que são os primeiros a serem destruídos. O diretor abusa de efeitos especiais elaborados por meio digital e não aproveita bem as cenas de batalha e na luta corpo a corpo, com a ressalva para um africano, muito bom de briga, que luta com 2 terçados. Enfim, falta sensibilidade no roteiro para reduzir o excesso de clichês. Direção profissional mas pouco entusiasmada, que prefere gravar cenas de luta de longe, quando o que atrai é o confronto direto.