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Estou só no 2º episódio e vou continuar até o fim porque gosto do tema, mas o Bob é um fiasco. Como pode um agente trabalhando como infiltrado ter as atitudes que ele tem, se deixar envolver emocionalmente com situações que só prejudicam o objetivo de uma missão tão arriscada levando para o lado pessoal o que deveria ser encarado profissionalmente, com frieza e pragmatismo? É patético. Depois parece que os enredos dos filmes e seriados que abordam drogas e seus desdobramentos - polícia de um lado, traficantes de outro - não se diferem nas suas abordagens e dramas pessoais dos envolvidos, com as mulheres reclamando dos maridos policiais como se tivessem casado com um funcionário público. Esse é o problema da Netflix - a mesmice. Não à toa, de tempos em tempos, dou um tempo.
É inconcebível que haja um conflito matrimonial entre um policial e sua mulher por ela reclamar da profissão dele, por estar sempre trabalhando, não comparecer ao funeral do sogro e outros mimimis. Porque então não casou com um bancário? É ridícula a incapacidade de produzir um roteiro que saia dessa mesmice, como se viu por aqui também em Tropa de Elite.
É inconcebível que haja um conflito matrimonial entre um policial e sua mulher por ela reclamar da profissão dele, por estar sempre trabalhando, não comparecer ao funeral do sogro e outros mimimis. Porque então não casou com um bancário? É ridícula a incapacidade de produzir um roteiro que saia dessa mesmice, como se viu por aqui também em Tropa de Elite.