Filmes
Séries
Programas
A quantidade prejudica a qualidade. Os exemplos são muitos, variados e a física explica.
Apesar do desnecessário exagêro de temporadas - a não ser para o bolso dos que lucram com a continuidade da série -, Black List vicia a platéia rapidinho. Além do script bem alinhavado com diálogos inteligentes e bem construídos abordando temas contemporâneos do intricado universo da espionagem, política e corporações transnacionais, a atuação de James Spader como Raymond Reddington é de tirar o chapéu, indumentária que o principal protagonista não tira e é parte indissociável do seu estilo, carisma e charme arrebatadores.
Dizer que James Spader foi brilhante na sua entrega e identificação com a personagem talvez seja, em certa medida, reduzir, por falta de adjetivos, o que foi sua interpretação, determinante no sucesso da série. Não há como imaginar outro ator no papel. Suas expressões faciais e corporais e as mudanças pelas quais passam, muitas vezes sutis, outras nem tanto, revelam um ator com pleno domínio das técnicas para tornar real o que é ficção e com isso permitir que o espectador "esqueça" o que há por detrás das câmeras.
Provavelmente duas ou 3 temporadas a menos eliminassem os excessos de clichês, sentimentalismo barato e moralismos fora de moda, tão a gosto da cultura americana, exemplificados nas mulheres fazendo sexo sem tirar o sutiã e patéticas baboseiras semelhantes. Mas quem chegou até a 6ª temporada não vai resistir em saber o desfecho.
Apesar do desnecessário exagêro de temporadas - a não ser para o bolso dos que lucram com a continuidade da série -, Black List vicia a platéia rapidinho. Além do script bem alinhavado com diálogos inteligentes e bem construídos abordando temas contemporâneos do intricado universo da espionagem, política e corporações transnacionais, a atuação de James Spader como Raymond Reddington é de tirar o chapéu, indumentária que o principal protagonista não tira e é parte indissociável do seu estilo, carisma e charme arrebatadores.
Dizer que James Spader foi brilhante na sua entrega e identificação com a personagem talvez seja, em certa medida, reduzir, por falta de adjetivos, o que foi sua interpretação, determinante no sucesso da série. Não há como imaginar outro ator no papel. Suas expressões faciais e corporais e as mudanças pelas quais passam, muitas vezes sutis, outras nem tanto, revelam um ator com pleno domínio das técnicas para tornar real o que é ficção e com isso permitir que o espectador "esqueça" o que há por detrás das câmeras.
Provavelmente duas ou 3 temporadas a menos eliminassem os excessos de clichês, sentimentalismo barato e moralismos fora de moda, tão a gosto da cultura americana, exemplificados nas mulheres fazendo sexo sem tirar o sutiã e patéticas baboseiras semelhantes. Mas quem chegou até a 6ª temporada não vai resistir em saber o desfecho.