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Um cientista sábio e mestre espiritual disse "O que o jejum não curar, nada mais cura. Enquanto isso, um outro remédio, sem efeitos colaterais, a não ser os positivos, é manter uma atitude digna, abandonando a vítima pelo caminho, sem dramas, mas aproveitando ao máximo o tempo que resta se tornando o próprio amor. Se nada der certo, se a cura do corpo não for possível, lembre-se: a morte é uma ilusão e a vida é eterna"
Bem, não foi isso o que se viu no filme, baseado em fatos reais, independente de retratar a realidade do casal Jenn e Sol.
A enxurrada de clichês melodramáticos em vários e repetidos momentos levantam o hashtag "vergonha alheia", que ficam ainda mais caricatos nas fracas interpretações dos protagonistas, que só faltam ler o script ao vivo como se estivessem ensaiando. Em momento nenhum nos apaixonamos por eles porque não conseguem transmitir a identificação com os papeis de apaixonados.
Enredo que se perde com facilidade sem saber pra que lado vai, direção de atores sem pegada e atuações medíocres, pra dizer o mínimo.
Bem, não foi isso o que se viu no filme, baseado em fatos reais, independente de retratar a realidade do casal Jenn e Sol.
A enxurrada de clichês melodramáticos em vários e repetidos momentos levantam o hashtag "vergonha alheia", que ficam ainda mais caricatos nas fracas interpretações dos protagonistas, que só faltam ler o script ao vivo como se estivessem ensaiando. Em momento nenhum nos apaixonamos por eles porque não conseguem transmitir a identificação com os papeis de apaixonados.
Enredo que se perde com facilidade sem saber pra que lado vai, direção de atores sem pegada e atuações medíocres, pra dizer o mínimo.