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Então... Depois de assistir a animações da Pixar, a exemplo de Wall-e, Detona Ralph, Bolt, Toy Story e todos os filmes de princesas da Disney até este momento, posso afirmar que este, definitivamente, não é o melhor filme dos estúdios, ainda que seu fracasso financeiro seja resultante mais do contexto em que ele fora lançado (a pandemia de Covid-19) do que de sua qualidade. A despeito de se tratar de um filme infantil, é sabido que as animações da Disney possuem a incrível flexibilidade de se adaptarem a ambos os públicos, com algumas piadas e analogias que apenas adultos irão compreender, mas mescladas em um universo tão fantástico e colorido que é capaz de atiçar a curiosidade das crianças. Esta, no entanto, é a primeira vez que eu senti certa crise criativo no que tange à construção do mundo fictício, pois é um tema batido e que, particularmente, não me cativou na história que almejava contar. Gostaria, inclusive, de alertar que esta é a minha opinião respaldada em tudo o que eu já vi o mesmo estúdio fazer e acho que há filmes bem melhores que esse. Também teço a minha crítica em cima do formato utilizado para o filmes, que é sempre o mesmo — a Jornada do Herói, em que o herói ou os heróis estão em paz e felizes, quando, de repente, uma problemática surge e eles precisam sair em uma jornada a qual, paralelamente, também irá contribuir para o autoconhecimento e a construção de laços afetivos e passionais. É um estilo que todos os filmes do estúdio utilizaram, e eu não havia considerado isso exatamente um problema até agora, contudo, dessa vez, noto um certo desgaste por parte do formato que o filme e por seu desinteresse em subverter a expectativa do telespectador. Infelizmente, esse filme traz um mesmo estilo, embalado por uma capa diferente, novos personagens, mesmo mundo, mas que eu vou ter de chamar de "apenas mais um".