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Opiniões e ou análises de filmes, antes de eu assisti-los, não me incomodam, pois nunca sou influenciado pelas ditas. E foi o que ocorreu antes de eu ver "O Irlandês" ("The Irishman"). Ouvi de alguém que aquele era o filme "DEFINITIVO" sobre a Mafia. Hum... Mesmo com "O Poderoso Chefão" ainda atual? Pensei com meus botões. Pois então preparei-me para assistir o mais recente trabalho dirigido por Martin Scorsese. Paguei pra ver, como dizem por aí.
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E não vi absolutamente nada de bom no filme, começo por dizer. Com a obra-prima "O Poderoso Chefão" ainda na nossa mente, alguém dizer que "O Irlandês" é filme "DEFINITIVO" sobre a Mafia é algo absurdo, além de mostrar desconhecimento sobre o tema, acredito.
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Neste "O Irlandês", atores de peso, como Al Pacino e Roberto de Niro (ambos também em "O Poderoso Chefão), mais Joe Pesci e Harvey Keitel tentam empurrar um enredo bobo, com diálogos extensos, repetitivos, cansativos e com as mesmíssimas cenas de morte, comuns ou copiadas de outros filmes. As caras do De Niro (entortando a boca para abaixo), são mais manjadas do que piadas do Chaves e ele não muda disso, caramba! E os dois grandes atores enveredam pela mesmice de sempre. Será que nenhum dos dois lembra do desempenho (de ambos) em "O Poderoso Chefão"? Heu, Hein...
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Antes de ver o filme, perguntei (a mim mesmo): Raios, como alguém ainda se interessa em filmar algo sobre a Mafia? E sem apresentar qualquer novidade? Perguntei mais: como alguém precisa de três horas e meia para contar aquela historia boba? Caramba... Três horas e meia de chatice pura. Lembrem-se de que "O Vento Levou" ("Gone with the Wind") tem 3h:58 e eles tinha muito para contar e contaram muito bem.
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Pelo que li, De Niro, também produtor, leu o livro que serviu de base para o filme e "ficou encantando", hum... Comprou os direitos, reuniu os atores "mafiosos" (entre aspas), amigos dele, e chegou ao Scorsese para filmarem aquilo. Pelo que li, repito, gastaram 160 milhões de dólares para fazer o filme, parte dessa grana para efeitos com objetivo de rejuvesnecer os agora "idosos" atores "mafiosos" do passado. E deu no que deu. Vou esperar para ver quanto eles vão arrecadar com essa bobagem de filme.
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Falar que esse "Irlandês" é filme DEFINITIVO ou filme de DESPEDIDA sobre o tema é outra bobagem. A mim parece que alguns ficam repetindo o que outros já disseram, mas não apresentam argumento que embasem o que falam. Sugiro que revejam, por exemplo (mas não só) os dois primeiros da trilogia "O Poderoso Chefão". O terceiro é péssimo, acho, mas os dois primeiros são memoráveis, têm enredo primoroso, são baseados no livro excelente do Mario Puzzo e, pasmem, têm também Al Pacino e Roberto De Niro trabalhando com todo o talento que possuem. Em "O Irlandês" não vi nada disso. Para este meu texto, pesquisei em varios locais na Internet e, também, no site Adoro Cinema.
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E não vi absolutamente nada de bom no filme, começo por dizer. Com a obra-prima "O Poderoso Chefão" ainda na nossa mente, alguém dizer que "O Irlandês" é filme "DEFINITIVO" sobre a Mafia é algo absurdo, além de mostrar desconhecimento sobre o tema, acredito.
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Neste "O Irlandês", atores de peso, como Al Pacino e Roberto de Niro (ambos também em "O Poderoso Chefão), mais Joe Pesci e Harvey Keitel tentam empurrar um enredo bobo, com diálogos extensos, repetitivos, cansativos e com as mesmíssimas cenas de morte, comuns ou copiadas de outros filmes. As caras do De Niro (entortando a boca para abaixo), são mais manjadas do que piadas do Chaves e ele não muda disso, caramba! E os dois grandes atores enveredam pela mesmice de sempre. Será que nenhum dos dois lembra do desempenho (de ambos) em "O Poderoso Chefão"? Heu, Hein...
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Antes de ver o filme, perguntei (a mim mesmo): Raios, como alguém ainda se interessa em filmar algo sobre a Mafia? E sem apresentar qualquer novidade? Perguntei mais: como alguém precisa de três horas e meia para contar aquela historia boba? Caramba... Três horas e meia de chatice pura. Lembrem-se de que "O Vento Levou" ("Gone with the Wind") tem 3h:58 e eles tinha muito para contar e contaram muito bem.
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Pelo que li, De Niro, também produtor, leu o livro que serviu de base para o filme e "ficou encantando", hum... Comprou os direitos, reuniu os atores "mafiosos" (entre aspas), amigos dele, e chegou ao Scorsese para filmarem aquilo. Pelo que li, repito, gastaram 160 milhões de dólares para fazer o filme, parte dessa grana para efeitos com objetivo de rejuvesnecer os agora "idosos" atores "mafiosos" do passado. E deu no que deu. Vou esperar para ver quanto eles vão arrecadar com essa bobagem de filme.
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Falar que esse "Irlandês" é filme DEFINITIVO ou filme de DESPEDIDA sobre o tema é outra bobagem. A mim parece que alguns ficam repetindo o que outros já disseram, mas não apresentam argumento que embasem o que falam. Sugiro que revejam, por exemplo (mas não só) os dois primeiros da trilogia "O Poderoso Chefão". O terceiro é péssimo, acho, mas os dois primeiros são memoráveis, têm enredo primoroso, são baseados no livro excelente do Mario Puzzo e, pasmem, têm também Al Pacino e Roberto De Niro trabalhando com todo o talento que possuem. Em "O Irlandês" não vi nada disso. Para este meu texto, pesquisei em varios locais na Internet e, também, no site Adoro Cinema.
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