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Não tem como avaliar a continuação de uma obra sem a comparar com a primeira. O longa é "quase" tão bom quanto o seu antecessor.
Divertida Mente 2 é envolvente, engraçado, tenso e, sobretudo, emocionante. A Pixar mais uma vez conseguiu transformar os conhecimentos que envolvem o complexo processo psicológico da construção do pensamento e da personalidade em animação, e de forma muito criativa.
Quem é amante da saga sentiu-se conectado a Riley Andersen, ficando feliz com o seu desenvolvimento pessoal e angustiado ao acompanhar seu sofrimento mental ocasionado pela ansiedade.
O diretor Kelsey Mann aborda, em forma de reflexão, que as novas emoções são naturais e fazem parte do desenvolvimento, por mais que sejam reprimidas, é impossível expulsá-as. Porém, o controle emocional vem sobretudo da autoaceitação, acolhendo suas virtudes, falhas, medos e angústias. Aliás, tudo isso fazem ser o que somos.
Divertida Mente 2 não é uma obra prima quanto o primeiro por ser demasiado objetivo demais, ninguém ficaria entediado se o filme abordasse, por mais tempo, o roteiro, sem pressa de terminar logo.
Além disso, o final ficou aberto até demais, flertando com uma finalização subjetiva. O primeiro filme conseguiu encerrar o enredo de forma completa, já quanto o segundo, sente-se um final ansioso, feito com pressa.
Mas essas são as falhas de um filme que temos que acolher. Vale muito a pena assistir.
Divertida Mente 2 é envolvente, engraçado, tenso e, sobretudo, emocionante. A Pixar mais uma vez conseguiu transformar os conhecimentos que envolvem o complexo processo psicológico da construção do pensamento e da personalidade em animação, e de forma muito criativa.
Quem é amante da saga sentiu-se conectado a Riley Andersen, ficando feliz com o seu desenvolvimento pessoal e angustiado ao acompanhar seu sofrimento mental ocasionado pela ansiedade.
O diretor Kelsey Mann aborda, em forma de reflexão, que as novas emoções são naturais e fazem parte do desenvolvimento, por mais que sejam reprimidas, é impossível expulsá-as. Porém, o controle emocional vem sobretudo da autoaceitação, acolhendo suas virtudes, falhas, medos e angústias. Aliás, tudo isso fazem ser o que somos.
Divertida Mente 2 não é uma obra prima quanto o primeiro por ser demasiado objetivo demais, ninguém ficaria entediado se o filme abordasse, por mais tempo, o roteiro, sem pressa de terminar logo.
Além disso, o final ficou aberto até demais, flertando com uma finalização subjetiva. O primeiro filme conseguiu encerrar o enredo de forma completa, já quanto o segundo, sente-se um final ansioso, feito com pressa.
Mas essas são as falhas de um filme que temos que acolher. Vale muito a pena assistir.