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Roteiro repleto de soluções fáceis e repetições de situações que desafiam o bom senso da plateia.
Não há nada que seja digno de uma nota.
Nem mesmo o bom elenco, perdido em um roteiro óbvio e personagens rasos.
Uma verdadeira perda de tempo.
Não há nada que seja digno de uma nota.
Nem mesmo o bom elenco, perdido em um roteiro óbvio e personagens rasos.
Uma verdadeira perda de tempo.
Producao grandiosa com grande empenho técnico. No entanto, o roteiro raso impõe soluções fáceis e superficiais a trama. Timothee l, reconhecidamente um bom ator, foi engolido pelo papel. Quando sobem os créditos, a inevitável sensação de frustração fica no ar. Mediano.
Roteiro fraquíssimo. Situações de laudo humoernque quebram o pouco que existe de suspense. Fraquinho demais.
Muito bem dirigido interpretado, o filme trata de temas pesado como absuo sexual e intolerância com inteligência, leveza, doçura embaladas por trilha potente.
Deve ser visto
Deve ser visto
Poucas vezes um thriller psicológico consegue flertar tão bem com temas políticos e sociais. Repleto de metáforas e referências sutis, o filme é uma gatissima surpresa.
Não e um filme para todos os gostos, mas importante ver o surgimento de um cineasta com coragem de se livrar das amarras estereotipadas do cinema. O ritmo cai um pouco na segunda metade, mas faz pensar e diverte.
Pouca inspirada transposiçao de mais uma obra de John Grishman para a tela. Muito em razão da fakta de energia do roteiro, o que nao convence o platéia dos sacrifícios que o jovem advogado estaria disposto a correr. Poucas vezes na historia do cinema houve uma supremacia de um ator sobre o outro. Hackman engole Chris O Donell. Talvez por isso também, o filme funcione pouco.
Os excessos sempre acompanharam a carreira de Oliver Stone. Aqui, o criador de Platoon tenta (ao que parece) recriar o ambiente de violência pasteurizada de Assassinos por Natureza, mas erra a mão.
Roteiro pueril que parece ter sido utilizado apenas como justificativa para a parafernália técnica. Longo, raso e bobo.
Roteiro pueril que parece ter sido utilizado apenas como justificativa para a parafernália técnica. Longo, raso e bobo.
O filme entrega o que se propõe. Cenas de ação de qualidade, mesmo que permeadas em uma história absolutamente inverossímil.
A simplificação do roteiro vai se acumulando ao longo das duas horas de duração, apenas para criar ambiente para a troca de tiros e socos do prótagonista.
Passada a adrenalina inicial, algumas perguntas óbvias já começam a rufar na cabeça da platéia (quem tirou as fotos da carnifinica na África? Porque ...
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Talvez a maior sucessão de clichês doa últimos anos. Tema exaurido aliado a um Roteiro péssimo. Fuja
É impressionante a queda de qualidade de Creed II para seu antecessor. As fórmulas já desbotadas são novamente utilizadas levando o espectador a perder interesse pela obra já nos primeiros minutos. O estereótipo do russo vilao, a volta as origens para a vitoria triunfante. Tudo la. De novo. Muito do mesmo. Fraco.
Relutei em assistir, confesso. Acredito que algumas obras se eternizam tão profundamente em nosso inconsciente que se tornam parte de nos mesmos. Sendo esta razão suficiente para que não sejam revisitadas ou reinterpretadas. Mas que bom que o talentoso Dennis Villeneuve tomou o risco. O resultado é maravilhoso do ponto de vista estético. Talvez se aaareste em demasia na sua primeira parte, mas o conjunto e soberbo.
Apesar do excesso de perfume na última parte, trata se de drama vigoroso, com elenco estrelado e edição primorosa. Muito acima da média.
Thriller que se mostra um trabalho menor do grande e genial Polanski. A primeira metade tem mais vigor e coloca o público lado a lado com o.personagem vucico por Harrison Ford. Depois, vai perdendo fôlego. Ótima trilha.
Todos os clichês imagináveis. Bobo e com o um dos piores roteiros da história do cinema. Somada a atuações vergonhosas, o filme é uma bomba.
Jack Ryan escorrega em um roteiro enlatado e sem graça. As cenas de ação salvam um.pouco do que no filme tem a acrescer. Entre as coreografias loucas de ação, apenas a previsibilidade das soluções fáceis do roteiro mal amarrado.
Bom elenco em um filme repleto de clichês onde uma familia/problema é obrigada a voltar a se relacionar após a morrendo pai. Todos os elementos desse gênero estarão novamente na tela. Portanto, não espere muito. Mas, se quiser relaxar após um dia chato, encontrará um.passarempo digno.
Um Road "real time" movie. Autêntico, poderoso e que conta com atuação soberba de Tom Hardy. Somos convidados a dividir o claustrofóbico espaço de um carro com Ivan Locke (Tom Hardy) durante uma hora e meia, no caminho entre duas cidades. A narrativa pode parecer enfadonha para os consumidores da ação ligeira e rasteira das producoes atuais, mas o filme é um convite a reflexão das escolha a que fazemos na vida e suas consequências.
Filme tem o primeiro terço sombrio, sem dar muito ao público. Não há dúvidas que Memo carrega mágoas grandes e não resolvidas. O desenrolar da história, no entanto, mostra se apegada a caminhos muitos fáceis, como se não tivesse muito o que contar. O climax é tao frio que quando os letreiros sobem, nenhum sentimento causa. Seja gosto ou desgosto. Mas, o.pior deles, indiferença.
Uma crianca de 9 anos cooica na berlinda um.sistema de protecao de agentes americanos. De uma premissa ousada a uma sucesso de cliches. Para quem busca ação sem se preocupar com sucessivos furos do roteiro...
Efeitos especiais salvam um pouco a experiência. Mas, no conjunto...apenas uma longa sucessão de clichés.
Polanski exercita Hitchcock em um suspense psicológico sobre vingança, redenção, culpa e verdade. A narrativa claustrofóbica é forte e bem conduzida. O roteiro apenas peca na construção fragil da personalidade da personagem vivida por Weaver.
Um serial Killer desafia um policial de Nova Orleans. Clint encara o estereótipo usual com algumas tintas psicologicas diferentes. Apesar da obviedade do desfecho, filme tem mistério e segura até o fim.
Faroeste com o clássico tema de Vinganca. Belas interpretações. Destaque para a trilha sonora e fotografia grandiosa