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Fraco. O ator Armie Hammer serve só de isca pro documentário, já que é o midiático, mas ele, em si, só é bonito. Pelo menos no documentário é totalmente desinteressante como matéria, só um canibal buro que sequer era capaz de alterar 1% o modus operandi com cada vítima. Interessante mesmo do patriarcado do demônio só o bisavô, esse sim, mafioso. Poderia o Scorcese fazer um sobre ele. O resto dos Hammer só um bando de playboy doente, buro, egoísta e zero à esquerda, não tem como fazer documentário legal com gente assim, e, tecnicamente, pra piorar, a dinâmica ficou bagunçada. Querendo usar essas técnicas de fragmentação e alternar voltas no tempo e não fez direito e ficou um pouco caótico.