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Drama de guerra que até poderia ser interessante se não fosse a canseira dessa reafirmação de cor ou gênero.
Uma reflexão necessária sobre a eutanásia. Sem ser panfletário, deve atingir não só a razão mas os sentimentos de muitos. A dupla de atrizes é excepcional.
Produção da Netflix e de Millie Bobby Brown é o maior sucesso do streaming esse ano. Filme para garotas românticas modernas.
Metalinguagem para amantes do cinema. Através de uma narrativa simples, autobiográfica, fala da extinção e decadência do centro da cidade de Recife e seus cinemas. O roteiro “universal” da “modernidade” e da gentrificação cruel.
O ritmo lento do cinema francês não atrapalha o encanto – quando uma profissão é tão amada que se percebe o estado de arte. Várias referências vem aos olhos: A Festa de Babette ou até A Comilança. Magistral e sensível atuação de Juliette Binoche.
Drama polonês com bom ritmo e bem conduzido, afinal o roteiro poderia levar a um filme bem piegas. Interessante.
Romance adolescente absolutamente cheio de chavões. Quase um “Conta Comigo” num hospital. Vale pelo astro de Riverdade – Cole Sprouse.
Religião ou misticismo, pessoas acham bonito imaginar milagres e ver anjos à nossa volta. Tem crente pra tudo. Mas é um filme realizado com profissionalismo.
Amizade é complicada de avaliar de fora – é isso que é demonstrado nessa película com Drew Barrymore e Tony Collette.
É interessante acompanhar posições questionadas diante de uma ameaça a um filho. Não é interessante a escolha feita mas sim o conflito interno que cada decisão exige.
Drama convencional, tipo “Ghost” teen, bem sessão da tarde. Só para românticos fanáticos. Nada a acrescentar.
Augusto Pinochet vampiro – taí uma ideia que só poderia ter vindo de um chileno! Uma sátira ao terror imposto pelo ditador e com tiradas hilárias que lembram um Pasolini light.
Que título horrível em português! Além de ser um spoiler desnecessário. O que há de interessante no filme são os figurinos. De resto, um povoado que nem mereceria uma estação ferroviária e muitos personagens que poderiam ser interessantes, se fossem explorados.
Biografia do médium Arigó e um retrato da época. Sua fama rendeu perseguições e suas ações renderam incompreensão. Mas, como filme não chega a ser bom. Inclusive conseguiram deixar a Juliana Paes feia!
Fantasia infantil em mundos e reinos paralelos, magia, ciência futurista com figurinos e cenários medievais. A decepção fica para um final que só se encerrará num próximo filme não anunciado – portanto, um teaser muito longo!
Adoro Monk – tão grande quanto Columbo! Tony Shalhoub - sua atuação é exemplar e o personagem é cheio de nuances e surpresas. Amo a série e o filme é uma boa homenagem.
Keanu Reeves e Wynona Ryder numa comédia romântica? Pouco provável mas aconteceu. Infelizmente, pois o filme é muito descartável e esquecível.
Estou cansado desses discursos autoafirmativos e essa crítica à hipocrisia politicamente correta veio a calhar!
Uma abordagem muito original da dogmática passagem histórica do campo de concentração de Auschwitz. Recursos de fotografia e de áudio enriquecem a experiência de assisti-lo.
Drama de tribunais bem convencional. Muito longe da genialidade de 12 Homens e Uma Sentença mas, uma oportunidade de lembrar que a realidade é relativa e nossas verdades são subjetivas. Portanto, o que é justiça?
Paul Giamatti merecia o Oscar. E o idealismo ético mereceria ser melhor reconhecido. Fica a mensagem sensível mas não inédita do professor que só ensina quando sai do racionalismo e usa o exemplo pessoal para não só ensinar mas aprender.
Mais um grande erro dos Oscars pois merecia ser o melhor filme. Cinema puro, fantasia e sensibilidade, beleza e conhecimento e muitas citações e lembranças de clássicos do gênero.
Vamos lá: Chalamet não chega aos pés de Johnny Depp e essa versão – musical – bahg! – é infinitamente menos interessante que A Fantástica Fábrica de Chocolate.
Uma versão um pouco mais elaborada da lenda de Robin Hood, com uma revisão histórica e um improvável anti herói para a época (Foxx como Little John). Parece que Robin vira Don Diego de La Vega...
Curta metragem de ficção onde surpreende o recheado elenco com Benedict Cumberbatch, Ben Kingsley e Ralph Fiennes. Uma boa alternativa.
Mais um episódio da franquia que parece ter a ambição de repetir 007... Com certeza, sem o mesmo charme do britânico – que também ficou chato pelos tempos politicamente corretos. Virou um show de dublês com cenas cada vez mais mirabolantes e em situações já vistas. Quanto à história, que história?
Acho que colocaram uma atriz muito bonita para se passar por homem, algo como colocar a Bruna Lombardi para fazer o Diadorim. Não chega aos pés de O Tigre e o Dragão e seu ponto a destacar é o figurino.
Espera-se que Gunn cumpra a promessa e esse seja o último filme dos personagens bizarros (só perdem para os Watchmen – se bem que no universo dos quadrinhos não faltem bizarrices...). Nem é tão ruim (muito melhor que Deadpool ou o Aranhaverso), mas o ritmo adolescente cansa.
Biografia romanceada de Leonard Bernstein que deve ter tido a intenção de projetar a atuação do diretor como protagonista mas que realmente destacou o trabalho de Carey Mulligan como a esposa do músico.
O fato é conhecido e outros filmes já foram feitos. Agora, assistir a um diário de uma tragédia requer estomago e nervos fortes – não é o meu caso, parei diversas vezes para minimizar meu terror.
Adoraria que este filme fosse feito 30 ou 40 anos atrás, fazendo coro a Marlon Brando, mas em dias dos resgates dos politicamente corretos, parece oportunismo. O fato é que um século depois, os homens continuam a cometer barbaridades pelo dinheiro e poder, ainda mais numa sociedade que se orgulha pelo capitalismo selvagem e pelo individualismo. O filme vale pela reflexão.
O título em inglês é melhor. A comédia é ver a pequena compreensão que temos sobre nosso próprio corpo. A decepção é ficar numa rasa comédia romântica.
A velha disputa de egos entre pai e filho num cenário pobre e machista. Nada de novo mas sempre tocante.
Comédia adolescente impossível de assistir. As protagonistas assumem um ritmo a “Tatá Werneck”, impossível de entender e suportar. Não passei dos 20 minutos.
Historinha capitalista da dupla Matt Damon e Ben Affleck sobre a contratação de Michael Jordan e o crescimento da marca e empresa.
Que amor sublime! Que memórias tristes da ditadura chilena. Uma descrição sutil e verdadeira da difícil doença que é o Alzheimer e da gangorra emocional que doente e cuidador vivem corajosamente. Nessa situação, acho que eu pediria eutanásia – infelizmente indisponível no Brasil.