Mauro A
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Suprema
Suprema
3,5
Enviada em 19 de março de 2019
É o tipo do filme que mostra a luta pela emancipação feminina sem estereótipos. Enquanto as feministas saem nas ruas fazendo escândalo, ficam nuas e não querem que os homens olhem, este filme mostrou a história de Ruth Bader Ginsburg (Felicity Jones) que, sem escândalos, lutou pelos direitos trabalhistas das mulheres numa sociedade machista, fez impor a sua voz, ao contrário das Marielles da vida que depois de mortas são endeusadas pelas suas ideias tacanhas. Acho que este vai receber 5 estrelas de todas as mulheres que o virem. Só não dou mais estrelinhas, uma vez que é todo rodado em cor sépia (mania desses diretores em utilizar de tal artifício nos filmes ambientados no século passado), além do mais, poderia-se cortar 20 minutos de diálogos, o que vem a deixar o filme um pouco cansativo.