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Imperfeição Humana
Na visão de Alex Garland,o problema não é a evolução da tecnologia em sí,mas na obsessão humana em ser Deus,em recriar outro ser humano.
Não é um filme com uma originalidade idealista,a questão entre humano e tecnologia apesar de ser frutífera já não é novidade.Mas Garland trabalha seu filme de maneira bastante segura e clara.Ele utiliza uma decupagem bastante formal com muitos planos centralizados e um apurado perfeccionismo bem estilizado.E são planos que intensificam muito bem a Mise en Scène do filme,em especial as cenas de sessões que sempre ajuda a criar uma sensação de prisão e solidão tanto do Caleb quanto da Ava.
O senso de isolamento de todos os personagens é forte e Garland expressa em todo o filme a solidão de uma vida antisocial,Caleb quando vence o prêmio parece distante dos demais,a câmera foca nele e o som a sua volta não existe ao mesmo tempo que ele demonstra uma falsa satisfação.As locações distantes e a ambientação cheia de lugares fechados realçam mais ainda o estado de espirito não só de Caleb quanto a de Bateman e a Ava.Ambos personagens que funcionam como polos de discórdia que sustenta muito bem a questão principal do filme.
Afinal,o ser humano é confiável? Bateman não é um cara dos mais confiáveis,apesar de ser um cara bastante solitário e ambicioso,é um cara bastante Bidimensional.Mas a personagem que mais representa a falsidade humana,o lado traiçoeiro é a Ava.E é aí que reside o perigo,criar uma inteligência que pense igual à um humano pode ser bastante perigoso.
E o terceiro estado humano é o Caleb,anti social,não aparenta ter muitos amigos,não tem namorada e é viciado em pornografia,acaba por ser apenas um objeto de estudo tanto de Bateman quanto de Ava.
É um relato sobre a obsessão humana em ser Deus,tal obsessão que leva à nos distanciar-mos de nós mesmos.E sobre o ser humano em sí:mal,desonesto,traiçoeiro e a versão mais melancólica e anti social.
Na visão de Alex Garland,o problema não é a evolução da tecnologia em sí,mas na obsessão humana em ser Deus,em recriar outro ser humano.
Não é um filme com uma originalidade idealista,a questão entre humano e tecnologia apesar de ser frutífera já não é novidade.Mas Garland trabalha seu filme de maneira bastante segura e clara.Ele utiliza uma decupagem bastante formal com muitos planos centralizados e um apurado perfeccionismo bem estilizado.E são planos que intensificam muito bem a Mise en Scène do filme,em especial as cenas de sessões que sempre ajuda a criar uma sensação de prisão e solidão tanto do Caleb quanto da Ava.
O senso de isolamento de todos os personagens é forte e Garland expressa em todo o filme a solidão de uma vida antisocial,Caleb quando vence o prêmio parece distante dos demais,a câmera foca nele e o som a sua volta não existe ao mesmo tempo que ele demonstra uma falsa satisfação.As locações distantes e a ambientação cheia de lugares fechados realçam mais ainda o estado de espirito não só de Caleb quanto a de Bateman e a Ava.Ambos personagens que funcionam como polos de discórdia que sustenta muito bem a questão principal do filme.
Afinal,o ser humano é confiável? Bateman não é um cara dos mais confiáveis,apesar de ser um cara bastante solitário e ambicioso,é um cara bastante Bidimensional.Mas a personagem que mais representa a falsidade humana,o lado traiçoeiro é a Ava.E é aí que reside o perigo,criar uma inteligência que pense igual à um humano pode ser bastante perigoso.
E o terceiro estado humano é o Caleb,anti social,não aparenta ter muitos amigos,não tem namorada e é viciado em pornografia,acaba por ser apenas um objeto de estudo tanto de Bateman quanto de Ava.
É um relato sobre a obsessão humana em ser Deus,tal obsessão que leva à nos distanciar-mos de nós mesmos.E sobre o ser humano em sí:mal,desonesto,traiçoeiro e a versão mais melancólica e anti social.