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É um drama previsível é bem verdade,no entanto certas escolhas e a credibilidade de sua atriz principal faz com que "Boa Sorte" sobreviva mesmo que com seus clichês e sua previsibilidade.
Uma das coisas que faltam ser mais equilibradas no filme é sua dosagem dos acontecimentos.As primeiras cenas buscam introduzir o João nesse ambiente de maneira rápida e apresenta diferentes personagens em um curto espaço de tempo sem que o espectador se familiarize com algum deles.Apesar de ter um sub arco desnecessário como o do paciente do Pablo Sanábio,o filme encontra uma determinada força na maneira que a diretora direciona a relação entre João e Judite.
A Carolina Jabor usa o segundo ato para estabelecer uma relação complementar,João é um cara invisível,a única coisa que ele quer é atenção enquanto a Judite vive em um mundo onde as pessoas a sua volta à enxergam,no entanto ela sente a falta de alguém que ela se identifique.Assim ela concilia essas personalidades em uma relação amorosa.
O que impossibilita uma maior carga é na balança de encenações,enquanto a Débora Seco se encontra inspirada com uma boa interpretação,seu parceiro João Pedro Zappa é de plástico,é nítida a falta de introsamento entre os dois - Muito por causa dele - E a cena que mais exemplifica isso é aquela cena final que por sinal é bastante força de onde fica nítido a fraca interpretação do João.
Uma trama simples,sem enrolação que não é piegas em momento algum,mas falha na química entre o casal - Muito pelo ator João Pedro Zappa - E em um certo uso desnecessário de seguimentos,mas ainda encontra força principalmente na parte central do longa.
Uma das coisas que faltam ser mais equilibradas no filme é sua dosagem dos acontecimentos.As primeiras cenas buscam introduzir o João nesse ambiente de maneira rápida e apresenta diferentes personagens em um curto espaço de tempo sem que o espectador se familiarize com algum deles.Apesar de ter um sub arco desnecessário como o do paciente do Pablo Sanábio,o filme encontra uma determinada força na maneira que a diretora direciona a relação entre João e Judite.
A Carolina Jabor usa o segundo ato para estabelecer uma relação complementar,João é um cara invisível,a única coisa que ele quer é atenção enquanto a Judite vive em um mundo onde as pessoas a sua volta à enxergam,no entanto ela sente a falta de alguém que ela se identifique.Assim ela concilia essas personalidades em uma relação amorosa.
O que impossibilita uma maior carga é na balança de encenações,enquanto a Débora Seco se encontra inspirada com uma boa interpretação,seu parceiro João Pedro Zappa é de plástico,é nítida a falta de introsamento entre os dois - Muito por causa dele - E a cena que mais exemplifica isso é aquela cena final que por sinal é bastante força de onde fica nítido a fraca interpretação do João.
Uma trama simples,sem enrolação que não é piegas em momento algum,mas falha na química entre o casal - Muito pelo ator João Pedro Zappa - E em um certo uso desnecessário de seguimentos,mas ainda encontra força principalmente na parte central do longa.