Carlos Henrique S.
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1,5
Enviada em 4 de outubro de 2020
Ele até começa bem,o primeiro ato cria um alicerce que remete muito a um terror voltado pro psicológico,algo reflexivo relacionado ao luto não só pela morte do bebê quanto pela morte do parceiro dela,mas se desestrutura no restante do filme.

Toda aquela pinta é operante,as fitas que ela encontra da mãe possuem ainda um substancial que ameaça ter uma relevância bem bacana,dá até para sentir uma pegada de relações maternas e o medo de não poder ver seu filho/filha.Mas o resto é uma investida cafajeste em um terror convencional derivado,sem contar com um terceiro ato que tenta subverter com um twist que acaba destruindo todo o processo até alí.

Uma oportunidade perdida mesmo, se fosse algo mais contido,que não inventasse muito talvez achasse algo mais sólido,mas não possui nada além de uma construção derivada e uma mal resolução.