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A fotografia é bonita, mas o roteiro brinca com a inteligência de quem assiste.
Os primeiros episódios deixam ganchos que nos enchem de curiosidade, porém lá para o sétimo episódio o seriado consegue encher o saco. A inspetora Raquel é a pior personagem, ela vive um drama pessoal, acabou de se separar do marido que batia nela, tem uma mãe com início de Alzheimer, que é com quem deixa sua filhinha, ela é a responsável por comandar a operação contra o maior roubo da história da Espanha, tem várias especializações para isso, mas em apenas dois dias de sequestro, ela insiste em flertar um desconhecido e até sai com o cara pra dá "umazinha". Sem falar das mancadas da polícia, e da paixão do companheiro de Raquel por ela, novamente, no meio do maior assalto da história, o rapaz resolver investir com tudo na chefe, sendo um verdadeiro mané.
Os romances entre Tóquio e Rio também cansam. O maior assalto da história, e eles quase põe tudo a perder por amor? Ahh, me poupe! Ainda tem a refém Mônica, que toma um tiro na coxa, onde passa uma das artérias mais importantes, não morre, ainda se apaixona e transa feito louca com o sequestrador.
Outra cena que dá preguiça e a invasão do Professor ao carro da polícia, a chamada no rádio cai exatamente no centro de operações, no exato momento em que o cara do computador tinha indo mijar, momento em que o russo apaga a caricatura. Daí paciência, Deus! Que preguiça!
A série tenta criar uma ideologia para o roubo, e novamente falha. Até usa um canto contra o fascismo, onde o Berlim diz que vão roubar pelo pai do Professor, que não passava de um ladrão de bancos. Porra qie ideologia, hein! Que motivação!
A segunda temporada é pior ainda. Os dramas dos ladrões continuam, o Professor é um mestre foda do crime, que prevê e resolve tudo e ainda come a chefe da polícia
O final é realmente cara de novela das 9 da Globo. Assista e vai ver.
Por isso que o brasileiro amou, é igualzinho uma novela, cheia de dramas pessoais, amorzinho mimizento, ladrões com senso de moral, polícia burra.
Respeito quem gostou! Paz.
Os primeiros episódios deixam ganchos que nos enchem de curiosidade, porém lá para o sétimo episódio o seriado consegue encher o saco. A inspetora Raquel é a pior personagem, ela vive um drama pessoal, acabou de se separar do marido que batia nela, tem uma mãe com início de Alzheimer, que é com quem deixa sua filhinha, ela é a responsável por comandar a operação contra o maior roubo da história da Espanha, tem várias especializações para isso, mas em apenas dois dias de sequestro, ela insiste em flertar um desconhecido e até sai com o cara pra dá "umazinha". Sem falar das mancadas da polícia, e da paixão do companheiro de Raquel por ela, novamente, no meio do maior assalto da história, o rapaz resolver investir com tudo na chefe, sendo um verdadeiro mané.
Os romances entre Tóquio e Rio também cansam. O maior assalto da história, e eles quase põe tudo a perder por amor? Ahh, me poupe! Ainda tem a refém Mônica, que toma um tiro na coxa, onde passa uma das artérias mais importantes, não morre, ainda se apaixona e transa feito louca com o sequestrador.
Outra cena que dá preguiça e a invasão do Professor ao carro da polícia, a chamada no rádio cai exatamente no centro de operações, no exato momento em que o cara do computador tinha indo mijar, momento em que o russo apaga a caricatura. Daí paciência, Deus! Que preguiça!
A série tenta criar uma ideologia para o roubo, e novamente falha. Até usa um canto contra o fascismo, onde o Berlim diz que vão roubar pelo pai do Professor, que não passava de um ladrão de bancos. Porra qie ideologia, hein! Que motivação!
A segunda temporada é pior ainda. Os dramas dos ladrões continuam, o Professor é um mestre foda do crime, que prevê e resolve tudo e ainda come a chefe da polícia
O final é realmente cara de novela das 9 da Globo. Assista e vai ver.
Por isso que o brasileiro amou, é igualzinho uma novela, cheia de dramas pessoais, amorzinho mimizento, ladrões com senso de moral, polícia burra.
Respeito quem gostou! Paz.