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Um filme que carrega uma atuação leve, que contracena com o grande paradigma da Robótica, robôs criados a imagem do homem podem violar as três leis? Diferente de outros filmes do gênero, o filme troca de protagonismo durante vários momentos, algumas cenas quem comanda é Will Smith, em outros o robô MS-5 Sonny (um simpático androide), tem um balanço agradável. Will Smith é um grande ator, aqui vemos um filme saindo do seu campo natural associado aos sitcoms e bom humor, botando sua desenvoltura toda em um gênero de ficção, talvez uma das grandes obras da sua carreira. A história sofre uma forte mudança no final. A temática central é debater o confronto lógico das decisões de um robô e a capacidade de o mesmo desenvolver um elevado nível de arbítrio. Novamente a grande mensagem que fica no final é o perigo dos humanos deixar um tremendo poder de inteligência artificial ser concentrado em um único computador (Viki), teríamos Skynet em Exterminador do Futuro, teríamos outros nomes em variados filmes. Elogios as cenas gráficas bem feitas, e sem saturação de efeitos especiais, presença de marcas patrocinando como Audi com seu R8 esporte e a JVC.