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21º filme da franquia que nunca se acaba. Primeiro com Daniel Craig e aquele rosto enigmático e sem expressão de quase todos os seus filmes. Esta franquia se perde um pouco na continuidade, pois aqui conta-se o primeiro caso do 007, mas se esquecem que Bond, já tem mais de 44 anos de estrada, e mesmo que desconsiderarmos os filmes anteriores e suas datas específicas, a atual M denunciaria que um grande erro de continuidade acontece aqui, pois os primeiros filmes M era um homem e ainda contava com a ajuda de Q, que aqui não aparece no filme, O ponto forte do filme é a escolha de Eva Green como Vesper, o que trás ao filme um pouco de qualidade de interpretação. Um filme cansativo, principalmente para quem não entende de jogos de cartas, e mesmo que se tenha um personagem explicando a cena, ainda é ruim para quem não domina. O som, mesmo tendo ganhado um prêmio, para mim ainda é um problema: muito baixo nas cenas de diálogos, e muito alto nas cenas de ação. O bom é que Bond aqui não é um galhofeiro que faz piadas toda hora e em momentos impróprios, como em outros filmes.