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Osgood Perkins entrega um filme desequilibrado, que falha ao tentar misturar terror e humor. A narrativa não encontra um tom coeso, tornando o melodrama sobre luto desconectado do humor ácido proposto. As atuações são rígidas, dificultando a empatia com os personagens, e a montagem prejudica o impacto das cenas de morte, que perdem força após a introdução promissora. No fim, O Macaco se limita a uma colagem de referências sem identidade própria, resultando em uma experiência genérica e pouco memorável.