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Julius Onah entrega mais um filme burocrático da Marvel, onde tinha potencial e conteúdo para mais, se estabelece em um terreno preguiçoso e infrutífero de substâncias narrativas. Além disso, traz uma direção perdida no que quer entregar, as cenas de ação são pobres e visualmente horrendas de se acompanhar, seja pala estética nada convidativa ou pela maneira que a direção decide filmá-las, sempre com cortes e movimentos de câmera que jogam contra o entendimento e absorção dos movimentos. Toda a trama é bem chatinha e mal aproveitada, o tom narrativo transita de forma inorgânica entre o teor politico e o thriller de espionagem, mas nunca os segue de maneira coesa e nem tem conteúdo para tal. O elenco salva e pelos menos alguns personagens são bem escritos, salvando o longa de ser um desastre total e dando um pouco de substância a jornada.