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O estreante diretor sabe causar uma boa impressão. Não poupou o uso das suas habilidades em imagens, som e ritmo. Temos uma obra que é puro estilo, beleza, técnica e irreverência. O uso do rap como expressão de ideias, como se fosse um musical, é muito assertivo pois dá um caráter cultural muito forte para o filme e ajuda a construir a cena mais "turn down for what" do cinema. Além disso, o cara soube dosar muito bem o tom da trama, sendo um drama sério com doses controladas de humor e se mostrou craque em criar grande tensão e apreensão no espectador.
Não ficam para trás a dupla de roteiristas que também são a dupla principal de atuação, pois o texto é brilhante. A mensagem é necessária e conta uma realidade que a gente se identifica mesmo sendo de um país estrangeiro. Lições são aprendidas, denuncias são feitas e o humor casual é muito bem vindo. Soma-se a isso bons diálogos e a incrível metáfora que leva o título do filme, que alem de dar essa aura poética para a obra, nos ajuda a refletir sobre nossos preconceitos.
Não ficam para trás a dupla de roteiristas que também são a dupla principal de atuação, pois o texto é brilhante. A mensagem é necessária e conta uma realidade que a gente se identifica mesmo sendo de um país estrangeiro. Lições são aprendidas, denuncias são feitas e o humor casual é muito bem vindo. Soma-se a isso bons diálogos e a incrível metáfora que leva o título do filme, que alem de dar essa aura poética para a obra, nos ajuda a refletir sobre nossos preconceitos.