E o mais impressionante da interpretação de Amandla Stenberg, que se você tiver boa memória vai se lembrar dela na cativante Rue de Jogos Vorazes, além de conseguirmos sentir o peso em suas costas ao mesmo tempo que ela se entrega a esta nova e brutal realidade em que é jogada na luta pela sobrevivência, é que no fundo não há nenhuma história que de fato una aquele grupo. O que significa que o roteiro preguiçoso de Chad Hodge soa claramente adaptado de um livro como esses que encantam os jovens com mundos onde eles são os heróis (no caso o livro homônimo de Alexandra Bracken), e seus personagens já aparecem prontos e estereotipados, o que acontece quando se tenta adaptar uma obra literária em poucos traços para o cinema: Há pouco tempo em tela para muitas páginas introspectivas.