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A premissa do filme é uma e o que se espera ao longo da projeção fica só no primeiro ato. Aquela expectativa acerca de um possível e enigmatico romance dura muito pouco. Embora seja uma adaptação, o filme não é fiel a sua essência e acaba flertando com outros gênero como drama e aventura, com direito a alguns sustos. Já no final do terceiro ato e principalmente no epílogo, já não conseguia mais associar a ideia central do filme. Além do delírio e das aventuras psicodélicas do personagem Lee, brilhantemente interpretado por Daniel Craig, o filme voa no anacronismo colocando músicas do Nirvana em plena década de 50. Um verdadeiro delírio brochante.