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Não é de hoje que sabemos que no mundo da moda, ou melhor, do showbiz, coisas "desagradáveis" acontecem o tempo todo (como na maioria dos "mundos", infelizmente) e ser bonito depende de como a sociedade te quer bonito. Tens que ser esteticamente perfeito, seja um nariz levemente torto, pronto, cirurgia nele. A exigência e procura pelos próximos deuses ou deusas fazem muitas pessoas "vender suas almas ao diabo", deixando de ser o que eram e se tornando algo diferente, se para o bem ou para o mal, depende do ponto de vista. E as outras que já foram estrelas de passarela, são tratadas como dinossauros que já deveriam estar extintos..... Um verdadeiro canibalismo!
Neste novo trabalho do diretor Nicolas Winding Refn (ele fez o bom DRIVE de 2011 - comentários no NP) que também assina como roteirista juntamente com Mary Laws, não temos nada de novo nas denúncias apresentadas. E o enredo é conhecido, uma menininha linda (linda? MARAVILHOSA!!!!!!) do interior vai para cidade grande com todos seus pudores e morais e acaba se convertendo aos flashes e glamour. A grande sacada é a estética desta película! Refn é perfeccionista (como sempre) no visual de cada cena, nos proporcionando uma Fotografia sem igual, impecável, majestosa, FUNKFENOMENAL! Outro trunfo é a ótima Trilha Sonora que combina com as luzes e brilhos de cada take. E por falar em luzes, preste atenção nelas (Dica do Portuga).
A narrativa da trama que fala muito sobre luxúria, inveja, cobiça, segue normal em seu contexto com o diferencial da música e de sua aparência, um pouco lenta até chegar em seu arco final. Ai que fo%# tudo! Mantém seu diferencial, mas não se tem mais noção se é um sonho ou realidade e que realmente rola um WTF em seu pensamentos (tecla sap = WTF = "what the fuck?" = "que po##@ é essa?), rola! Essa dúvida parte porque tem esses lances de sonhos e me pareceu que a protagonista (LINDA!!!!!) é meio vidente, então quando entra o terceiro ato você pensa mesmo um "eitcha po##@, é de verdade isso?". Sai da normalidade para o bizarro (sem perder seu charme) e você pode não entender mais nada. Eis que lendo/ouvindo comentários aqui e ali que um certo indivíduo (youtuber que faz ACABOU DE ACABAR) disse algo que me iluminou! E assim, mesmo na estranha forma de demonstrar isso, Refn foi assertivo! E o que são as imagem durante os créditos iniciais, que lindo!
O elenco está muito bem selecionado e atuando muito bem. Nossa protagonista Elle Fanning (de MALÉVOLA, 2014 - comentários no NP). Sim, ela é a princesa) parece que nasceu para o papel com sua inocência no olhar, malícia nos lábios e única em sua beldade. Mesmo ela sendo irmã da atriz Dakota Fanning (GUERRA DOS MUNDOS de 2005), eu acho ela a cara da Cara Delevingne (ESQUADRÃO SUICIDA de 2016 - comentários no NP, a bruxa que faz a dancinha infernal para os olhos). Só não entrou no hall das Famosas do Portuga porque.....ah, quer saber, entrou sim! Outra que está mandando bem aqui é a Jena Malone (SUCKER PUNCH - MUNDO SURREAL de 2011 e comentários no NP) pois não sabemos qual é a dela até chegar o desfecho. Temos a ilustre presença de um galã, o Keanu Reeves (.....mulheres suspirando ao fundo.....) que não decepciona na atuação, por mais que não apareça muito. Outro destaque é o ator Karl Glusman (achei que conhecia o homem, mas não. Tem apenas 5 filmes em sua carreira que nem assisti ou ouvi falar.....) que faz o bom moço e a "luz azul" da personagem de Fanning. E temos um bocado de mulheres bonitas ao estilo " Fashion Week", todas umas bonecas de porcelana. Pena que alguns indivíduos são descartados como.....como..... óóóh!!!!!.....(.....acabando de descobrir mais alguma coisa.....)
Em suma, ou aprecias a arte ou a detesta. Confesso que estava interessado no começo, pois Fanning tem uma carisma (LINDA!!!!!!) e carrega a trama junto com os outros atores, mas no final fiquei meio perdido. Me ocorreu sim um "que bos%@", mas depois do toque (uiiiii) do rapaz da "tal internet" e que também está perdido nas frases acima, gostei do filme. A cena de duas mulheres tomando banho não lésbico é estranhamente belo para os olhos masculinos, assim como todo o término desta história de suspense/terror incomum cheia de metáforas e verdades...
Neste novo trabalho do diretor Nicolas Winding Refn (ele fez o bom DRIVE de 2011 - comentários no NP) que também assina como roteirista juntamente com Mary Laws, não temos nada de novo nas denúncias apresentadas. E o enredo é conhecido, uma menininha linda (linda? MARAVILHOSA!!!!!!) do interior vai para cidade grande com todos seus pudores e morais e acaba se convertendo aos flashes e glamour. A grande sacada é a estética desta película! Refn é perfeccionista (como sempre) no visual de cada cena, nos proporcionando uma Fotografia sem igual, impecável, majestosa, FUNKFENOMENAL! Outro trunfo é a ótima Trilha Sonora que combina com as luzes e brilhos de cada take. E por falar em luzes, preste atenção nelas (Dica do Portuga).
A narrativa da trama que fala muito sobre luxúria, inveja, cobiça, segue normal em seu contexto com o diferencial da música e de sua aparência, um pouco lenta até chegar em seu arco final. Ai que fo%# tudo! Mantém seu diferencial, mas não se tem mais noção se é um sonho ou realidade e que realmente rola um WTF em seu pensamentos (tecla sap = WTF = "what the fuck?" = "que po##@ é essa?), rola! Essa dúvida parte porque tem esses lances de sonhos e me pareceu que a protagonista (LINDA!!!!!) é meio vidente, então quando entra o terceiro ato você pensa mesmo um "eitcha po##@, é de verdade isso?". Sai da normalidade para o bizarro (sem perder seu charme) e você pode não entender mais nada. Eis que lendo/ouvindo comentários aqui e ali que um certo indivíduo (youtuber que faz ACABOU DE ACABAR) disse algo que me iluminou! E assim, mesmo na estranha forma de demonstrar isso, Refn foi assertivo! E o que são as imagem durante os créditos iniciais, que lindo!
O elenco está muito bem selecionado e atuando muito bem. Nossa protagonista Elle Fanning (de MALÉVOLA, 2014 - comentários no NP). Sim, ela é a princesa) parece que nasceu para o papel com sua inocência no olhar, malícia nos lábios e única em sua beldade. Mesmo ela sendo irmã da atriz Dakota Fanning (GUERRA DOS MUNDOS de 2005), eu acho ela a cara da Cara Delevingne (ESQUADRÃO SUICIDA de 2016 - comentários no NP, a bruxa que faz a dancinha infernal para os olhos). Só não entrou no hall das Famosas do Portuga porque.....ah, quer saber, entrou sim! Outra que está mandando bem aqui é a Jena Malone (SUCKER PUNCH - MUNDO SURREAL de 2011 e comentários no NP) pois não sabemos qual é a dela até chegar o desfecho. Temos a ilustre presença de um galã, o Keanu Reeves (.....mulheres suspirando ao fundo.....) que não decepciona na atuação, por mais que não apareça muito. Outro destaque é o ator Karl Glusman (achei que conhecia o homem, mas não. Tem apenas 5 filmes em sua carreira que nem assisti ou ouvi falar.....) que faz o bom moço e a "luz azul" da personagem de Fanning. E temos um bocado de mulheres bonitas ao estilo " Fashion Week", todas umas bonecas de porcelana. Pena que alguns indivíduos são descartados como.....como..... óóóh!!!!!.....(.....acabando de descobrir mais alguma coisa.....)
Em suma, ou aprecias a arte ou a detesta. Confesso que estava interessado no começo, pois Fanning tem uma carisma (LINDA!!!!!!) e carrega a trama junto com os outros atores, mas no final fiquei meio perdido. Me ocorreu sim um "que bos%@", mas depois do toque (uiiiii) do rapaz da "tal internet" e que também está perdido nas frases acima, gostei do filme. A cena de duas mulheres tomando banho não lésbico é estranhamente belo para os olhos masculinos, assim como todo o término desta história de suspense/terror incomum cheia de metáforas e verdades...