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Com muita originalidade que o diretor Pedro Morelli e o roteirista Matt Hansen nos traz um enredo sobre autoestima, aonde encontramos um garota que enxerga em um par de peitos uma atenção maior para si, um homem que acha que seu "membro de ouro" está acima de qualquer conquista e sobre uma bela e sedutora modelo que não se contenta em ser apenas ser linda (e ela é!). Não viu nada de original ai né? Mas não é em seus dramas que está o novo e sim em suas existências! Confuso? Calma que piora! E é nisso que o filme é espetacular! Não, não estou alucinado, é verdade o que digo, toda a "loucura" do roteiro nos traz algo ainda não visto (pelo menos, eu não vi) e acaba por se tornar único! Ótimas atuações, boa trilha sonora (eitcha forrózinho bom), uma trama divertida e inteligente de certa forma, Mariana Ximenes dando um show em sua performance e um presente aos cuecas de plantão (aiaiuiui.....), todo um espetáculo para o espectador, que infelizmente, grande maioria pode não gostar do seu fim (lembra do confuso e que piora?), mas eu achei que teve o final merecido por todo o ocorrido, pois se não tem algo grandioso, o deixe sugerido (lógico, quando temos um bom script). Pelo fato que a decepção me tomou por completo em MÁ CONDUTA (2016), deixo o relato que fiquei surpreendido com este trabalho. E temos o renascimento, como uma Fênix em nossas lembranças, do seriado BARRADOS NO BAILE com a presença do ator Jason Priestley (o Brandon Walsh), quem diria, ele ainda atua! Gael García Bernal e Alison Pill estão demais como os outros protagonistas. Deixar um pouco a razão de lado e se perder na insana emoção de acreditar que quando as coisas começam a dar erradas, temos a leve sensação de estar em uma história de ficção, da qual somos os protagonistas ou coadjuvantes de alguma redação...