Lúcio T.
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Orgulho e Preconceito e Zumbis
Orgulho e Preconceito e Zumbis
2,0
Enviada em 20 de junho de 2016
Um mundo pós-apocalíptico com zumbis, certeza uma aventura que eu adoraria participar, mas sei que não iria sobreviver e por assim a morte encontrar.....(.....momento desprezo pelo seu potencial.....). E geralmente temos o caos em nossa época, nos mostrando o quanto ficamos frágeis sem a tecnologia do mundo moderno e viramos um rebanho para seres comedores de cérebro humano. Eis que tiveram uma idéia para lá de original e temos os mortos vivos em pleno XIX, desmortos inteligentes com direito a dieta, mulheres elegantes treinadas para matar e ainda é uma paródia de um grande sucesso da literatura chamado ORGULHO E PRECONCEITO da escritora Jane Austen, que encanta leitores há mais de 200 anos. Interessante, e quem ficou encarregado desta obra foi o diretor Burr Steers que começa muito bem (o inicio é bem criativo e interativo) e vai se perdendo na confusão do antigo texto. Com um elenco de atuações medianas, a atriz Lily James já entrou para meu humilde, insignificante e pessoal hall.....(.....novamente momento desprezo.....) das atrizes mais bonitas que já vi (pena que não das que conheci, até porque um número para ilustrar quantas já dei um beijo no rosto, seria o zero), não é por menos que ela já foi uma princesa da Disney nos cinemas (siiiiim, Cinderela!). E o entrosamento dela com o ator Sam Riley funciona bem, muito bem como um possível interesse romântico no meio de entranhas e lobos cerebrais. O pecado vem em transformar a trama, no início promissora, em uma que não se importa com a história, fazer sentido ou se respeitar em continuações de atos feitos anteriormente e apresentar personagens que deveriam ser importantes, mas só aparecem por aparecer. Toda a premissa fora esquecida, talvez pela adaptação, ou pelo mal direcionamento de quem dirigiu e escreveu. O trailer está bem melhor construído do que o filme, que até traz informações que neste ficam excluídas (cenas deletadas). Para quem espera ver o quinteto feminino arrancando cabeças, se decepciona, mas até curte esta narrativa inovadora do gênero. E ao estilo MARVEL, não se de contente pelo fim, depois dos créditos tem mais alguma coisinha para se ver e que confirma ainda mais o que eu disse sobre o pecado cometido (e olha que nem se encaixa em nenhum dos 7)...