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Está ficando insuportável assistir obras dos EUA e Inglaterra, pelo exagero de ideologização esquerdistas, na qual, os mocinhos são negros, os casais íntegros são afrodescendentes, os honestos são homossexuais e os brancos e demais são os marginais, perversos e blá blá blá.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, estimulam a ideia de uma sociedade dividida entre os negros (os protagonistas), contra uma seita de supremacistas brancos ("irmão14").
Não aguento mais a lacração hollywoodiana de sempre dividir a sociedade USA e inglesa entre negros (bons) e brancos (maus) ou sempre artificialmente retratarem em todas as produções, núcleos familiares que pouco retratam a vida, ou seja, praticamente toda série USA/inglesa é obrigatório o casal serem mestiços e os filhos negros. Ridículo e patético.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, estimulam a ideia de uma sociedade dividida entre os negros (os protagonistas), contra uma seita de supremacistas brancos ("irmão14").
Não aguento mais a lacração hollywoodiana de sempre dividir a sociedade USA e inglesa entre negros (bons) e brancos (maus) ou sempre artificialmente retratarem em todas as produções, núcleos familiares que pouco retratam a vida, ou seja, praticamente toda série USA/inglesa é obrigatório o casal serem mestiços e os filhos negros. Ridículo e patético.