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Está ficando insuportável assistir obras dos EUA e Inglaterra, pelo exagero de ideologização esquerdistas, na qual, os mocinhos são negros, os casais íntegros são afrodescendentes, os honestos são homossexuais e os brancos e demais são os marginais, perversos e blá blá blá.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, a lacração continua: a mocinha e seu chefe são negros e agentes do M16 inglês, o Chacal é branquelo ruivo e sua mulher, uma pobre coitada latina, a vítima é um bilionário startup e homossexual que está trazendo justiça social contra os bilionários supremacistas que querem assiná-lo.
A protagonista tem cara e jeito de tudo, menos uma super "007" do M16 inglesa. É a eterna narrativa de dividir o mundo entre os "negros" e homossexuais bons e os brancos casados maus. É só mais uma obra de pura propaganda ideológica.
Nessa série, que tinha tudo para ser eletrizante, a lacração continua: a mocinha e seu chefe são negros e agentes do M16 inglês, o Chacal é branquelo ruivo e sua mulher, uma pobre coitada latina, a vítima é um bilionário startup e homossexual que está trazendo justiça social contra os bilionários supremacistas que querem assiná-lo.
A protagonista tem cara e jeito de tudo, menos uma super "007" do M16 inglesa. É a eterna narrativa de dividir o mundo entre os "negros" e homossexuais bons e os brancos casados maus. É só mais uma obra de pura propaganda ideológica.