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Só um aviso: se você espera um filme de ação com mega efeitos especiais e explosões... Vá ver outro filme, a ideia desse vai além do que estamos acostumados ver em filmes do gênero, mas nem por isso deixa de ser incrível. Aliás, esse diretor gosta de fazer filmes paradões e incríveis.
Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não.
Aqui temos um ótimo exemplo de filme com um tema grandioso e ao mesmo tempo minimalista. Estamos muito acostumados com filmes de aliens com desastres, destruição e tudo mais... e aqui isso não existe. O verdadeiro desastre quem faz são os humanos, que quando descobrem a "ameaça" reagem de uma forma caótica e absurda, o que foi mostrado no filme com uma certa sutilidade através de notícias de televisão. O grande foco aqui é como podemos nos comunicar com extraterrestres e, somando a dramas pessoais da personagem da Amy Addams o filme se sai muito bem, mostrando tudo o que precisa mostrar, até em cenas que o filme não parece ter uma razão específica pra focar naquilo, chega o final e muda completamente sua visão. Nada está aqui a toa.
Amy Addams mostra todo seu talento, a personagem dela tem lembranças extremamente tristes que estão sempre presentes durante a projeção (nessa hora a fotografia se faz muito competente em sempre investir em cores com uma paleta cinza, triste, os dias estão sempre nublados) e a atriz leva a atuação na postura, no olhar, tudo de forma contida... ela deu um show. O resto do elenco é bom, mas nada estrondoso.
O diretor do filme ja provou mais de uma vez com "Os suspeitos" e "O homem duplicado" que sabe comandar seus projetos. Ele tem um olho muito bom pra enquadramentos com simetria e tem umas cenas que as jogadas de câmera são de cair o queixo.
Em resumo "A chegada" não é um filme só sobre ataque alienígena ao seu extremo. É um filme sobre a dor da perda, conflitos internos, laços familiares e humanidade.
Melancólico e surpreendente que não vai sair da sua cabeça por um bom tempo.
Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não.
Aqui temos um ótimo exemplo de filme com um tema grandioso e ao mesmo tempo minimalista. Estamos muito acostumados com filmes de aliens com desastres, destruição e tudo mais... e aqui isso não existe. O verdadeiro desastre quem faz são os humanos, que quando descobrem a "ameaça" reagem de uma forma caótica e absurda, o que foi mostrado no filme com uma certa sutilidade através de notícias de televisão. O grande foco aqui é como podemos nos comunicar com extraterrestres e, somando a dramas pessoais da personagem da Amy Addams o filme se sai muito bem, mostrando tudo o que precisa mostrar, até em cenas que o filme não parece ter uma razão específica pra focar naquilo, chega o final e muda completamente sua visão. Nada está aqui a toa.
Amy Addams mostra todo seu talento, a personagem dela tem lembranças extremamente tristes que estão sempre presentes durante a projeção (nessa hora a fotografia se faz muito competente em sempre investir em cores com uma paleta cinza, triste, os dias estão sempre nublados) e a atriz leva a atuação na postura, no olhar, tudo de forma contida... ela deu um show. O resto do elenco é bom, mas nada estrondoso.
O diretor do filme ja provou mais de uma vez com "Os suspeitos" e "O homem duplicado" que sabe comandar seus projetos. Ele tem um olho muito bom pra enquadramentos com simetria e tem umas cenas que as jogadas de câmera são de cair o queixo.
Em resumo "A chegada" não é um filme só sobre ataque alienígena ao seu extremo. É um filme sobre a dor da perda, conflitos internos, laços familiares e humanidade.
Melancólico e surpreendente que não vai sair da sua cabeça por um bom tempo.